JF. terça-feira 27 jun 2017
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Alimentação e Obesidade

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Nossos ancestrais se alimentavam com produtos retirados diretamente da terra, da vegetação em geral e também da carne proveniente da caça.

Durante o nomadismo, a humanidade dependia de encontrar alimentos em quantidade suficiente para o grupo de forma mais regular possível, mas como não havia agricultura e a caça nem sempre era possível, imagina-se o quão difícil era a sobrevivência.

 

Alimentação e a revolução humana

 

A primeira grande revolução humana, no sentido de produzir, foi a agricultura. A agricultura transformou o homem nômade em sedentário, fixou o grupo numa localidade e a produção de alimentos passou a ser mais regular. O Ser Humano evoluiu e iniciou uma nova fase de existência, passou a se especializar no cultivo de determinado alimento, estocá-lo e gerar excedentes, que serviram para realizar as primeiras trocas e alavancar o comércio entre as comunidades.

A partir daí a humanidade abriu mão de uma série de coisas em função de uma determinada segurança alimentar. A diversidade foi reduzida, foram desenvolvidas técnicas de produção, armazenagem e preparo final dos alimentos.

De uma forma intuitiva ou não, iniciamos a seleção genética dos alimentos, visto que as melhores sementes e/ou grãos eram separados para a próxima safra, e não eram consumidos, assim começamos a modificar os alimentos e nunca mais paramos; os resultados para a saúde nem sempre são os melhores.

Com o decorrer do tempo, domesticamos várias espécies de animais e nos tornamos agricultores/pastores.

O resultado desse processo inicialmente foi a maior oferta de alimentos, o aumento da população e o surgimento das primeiras epidemias. Pela segurança de ter alimentos disponíveis abrimos mão inicialmente da diversidade dos mesmos e aglomeramos as pessoas em menores espaços, com o tempo isso se revelou não ser tão benéfico para a nossa saúde. ·.

Nosso organismo consegue armazenar energia, na forma de glicogênio e gordura. Quando nossos antepassados não tinham garantia de alimentos diariamente isso poderia garantir a sobrevivência, mas numa sociedade abarrotada de alimentos industrializados com altos teores de açúcares e gorduras, e ainda com vários aditivos químicos, podemos imaginar o resultado no ganho de peso e aumento da obesidade na média da população.

Alimentação e Hábitos alimentares

 

Uma série de hábitos ditos modernos também contribuiu para piorar a situação, tais como: “pular refeições”; fast-food; se alimentar literalmente na correria; seguir modismos; automedicação; sedentarismo e não seguir uma dieta adequada para cada caso.

O resultado é que a obesidade se tornou uma epidemia atualmente, e os malefícios podem ser observados de diversas formas. Aumento de doenças cardíacas, diabetes, dificuldade de locomoção, problemas de autoestima, diminuição da expectativa de vida e, portanto, queda na qualidade de vida.

Os custos sociais e econômicos são muitos altos e tendem a aumentar nos próximos anos. Já estamos encarando uma onda de obesidade infantil. Péssima notícia para toda a sociedade.

As descobertas e invenções proporcionaram muitos avanços para a Sociedade, conseguimos obter bons resultados em diversas situações, porém abrimos mão de hábitos saudáveis, redefinimos prioridades e agora precisamos refletir sobre perdas e ganhos. Até por que mudar sem refletir pode ser pior ain

Carnes: benefícios e principais regras para um consumo saudável

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Os benefícios do consumo da carne são variados e importantes para o nosso organismo. A carne é uma importante fonte de proteína. As proteínas têm funções essenciais, como a formação de anticorpos que atuam na defesa do nosso organismo, coagulação sanguínea e construção de novos tecidos. Por isso o consumo de carne é indicado no pós -cirúrgico e também para atletas em recuperação.

Além disso, vitaminas e minerais também estão presentes.

Entre os minerais podemos destacar: o zinco, importante para o crescimento e manutenção do nosso corpo; ferro; selênio e fósforo.

A carne é uma fonte de ferro, e na forma de ferro heme é encontrada apenas em produtos de origem animal. A deficiência de ferro é uma das causas da anemia.

Vitamina B12, que é fundamental para a formação do sangue e ainda ajuda na função cerebral e do sistema nervoso.

Vitamina B6 que também colabora na formação do sangue.

Niacina, que é uma das vitaminas do complexo B. A ingestão abaixo das necessidades potencialmente está relacionada a um aumento de risco de doença cardíaca.

 

Cuidados Principais

 

Porém, precisamos pensar também necessariamente nos riscos do consumo quando não observamos algumas regras básicas. Uma questão relevante é a condição sanitária do produto. A carne pode estar contaminada e algumas doenças podem ocorrer, como a temida teníase, tanto pela ingestão de carne bovina quanto suína. Então nada de ingerir carne malpassada, é um perigo e o hábito deve ser abandonado.

E também nada de tostar a carne, quando ela fica com aquela crosta escura.

Outra questão é a quantidade de carne a ser consumida, a carne não é a única fonte de proteína. E como todos sabemos, tudo em excesso é prejudicial. A carne é mais um componente de uma dieta que deve ser equilibrada e direcionada para cada caso. A sobrecarga de ferro é outro ponto que precisa ser bem monitorado. A acumulação de ferro no organismo pode ser perigosa para o nosso corpo.

E para quem não aprecia as carnes bovina e suína, temos a alternativa dos peixes e aves.  Falaremos brevemente sobre elas.

 

Carnes: a importância da conservação e os cuidados na hora do preparo – parte II

 

imagem - artigo proteínas

Começamos a falar sobre a carne. Agora vamos dar continuidade ao assunto.

Inicialmente precisamos ter em mente que para o consumidor final é muito difícil ter acesso completo ao ciclo produtivo da carne. As condições de criação, a aplicação de produtos como hormônios, antibióticos etc., enfim o manejo do rebanho está fora do alcance do público em geral. Para tanto temos o Governo em suas diversas esferas e níveis que se encarrega de garantir as melhores condições do produto até o ponto-de-venda. Deve existir um sentimento de confiança no sistema. E já no ponto-de-venda, o consumidor deve verificar uma série de itens, conforme já relatamos.

Vamos abordar basicamente as carnes de aves, peixes, suína e bovina. De forma geral tratamos como carnes branca e vermelha. Lembrete: É bom evitar o consumo de embutidos e carnes altamente processadas, de qualquer origem.

Os nutrientes variam para cada tipo de carne, e isso vale também para a proteína. Como está na moda falar em “proteína animal”, é preciso saber que a quantidade de proteína encontrada nas carnes também é variável. E que não existe equivalência, ou seja, uma porção de 100 gramas de carne bovina não se equipara em nutrientes à mesma porção de carne de ave.

O consumo de carne é importante para a manutenção da nossa saúde. Então é necessário um diagnóstico para averiguar em detalhes a nossa situação atual, descobrir possíveis lacunas e deficiências de nutrientes; estabelecer relações com o estilo de vida, prática de exercícios e o desejo de algum objetivo mais específico, como o ganho de massa muscular. Com todas essas informações, você e o Médico Nutrologo vão estabelecer uma série de condutas para o bom funcionamento do organismo e o alcance dos objetivos.

Pessoas em tratamento de enfermidades e outras questões como a retenção de ferro precisam ser consideradas. Portanto não é interessante ter uma recomendação geral para o consumo de carne.

Continuaremos a falar sobre o assunto, abordaremos os nutrientes e os benefícios.

Carnes: a importância da conservação e os cuidados na hora do preparo

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Nossos ancestrais sobreviveram em parte porque desenvolveram as habilidades de caça, e, portanto, o consumo de carne é uma constante na trajetória humana.

A carne é um dos alimentos que compõe cardápios em quase todas as regiões do mundo; o abate, o preparo e a forma de servir apresentam muitas variações, visto o alimento fazer parte de hábitos e costumes arraigados em diversas culturas.

Vários fatores interferem na questão. Primeiramente precisamos saber que o mesmo animal pode ser fonte de tipos de corte diferentes.

Embora não tenhamos condições de controlar todo o processo de produção da carne, necessitamos tomar alguns cuidados, tais como: verificar a integridade da embalagem e os selos de controle de qualidade, a temperatura em que o produto está armazenado, a cor, o cheiro e o aspecto geral do produto.

No caso de compra do produto a granel, in natura, verifique as instalações do local, a higiene e também como o vendedor manipula e embala o produto.

Lembrete: a carne é altamente perecível, então o melhor é evitar expô-la por longo período às altas temperaturas e não transportar em local inadequado, como por exemplo, no porta-malas sujo.

Ao chegar em casa, antes de manipular a carne, lave bem as mãos e certifique-se de que vai desembalar o produto num local bem limpo. A temperatura ideal e limpeza da geladeira também contam na conservação.

Quando for preparar, verifique no momento o estado do produto, pois pode ter ocorrido algum incidente e a carne estar imprópria para o consumo. Se for o caso, descarte o produto, esqueça a ideia de que o preparo com altas temperaturas pode melhorar a carne. É uma prática totalmente errada.

A carne é um alimento muito rico em nutrientes, importante para o nosso organismo e existem variadas formas de preparo.

Vamos continuar a falar da carne.

 

Criatividade e ousadia na alimentação

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Quando estamos acostumados com determinados alimentos, resistimos em testar novas receitas. Geralmente nos apegamos a rotinas, hábitos e costumes e assim prosseguimos com nossa vida.

Necessariamente a rotina e hábitos não são ruins, pelo contrário, são benéficos para a nossa vida. O problema começa quando aumentamos muita nossa resistência para conhecer e testar as novidades da vida. Se acomodar demais não é uma boa prática.

Especificamente quando falamos em alimentação, temos mais entraves ainda. Muitas pessoas não se deram conta de que como foram educadas para tratarem de sua alimentação.

Na infância, recebíamos tudo pronto, e ainda muitos pais e educadores procediam de forma um pouco questionável. Quem não se lembra de algumas frases: Se estudar vai poder comer doces, ou então: como não fez determinada tarefa não vai ganhar chocolate. Ou seja, a alimentação era utilizada inclusive como recompensa e punição.

Pense da seguinte forma: Você pode aprender muito se puder vivenciar novas práticas. E também na interação social; trocar receitas e testar novos pratos pode ser uma forma agradável de reunir os amigos.

Somente em temperos, quantas possibilidades! Produtos naturais e que vão ajudar nossa saúde e bem-estar. E a partir daí pesquisar outros ingredientes e incrementar a nossa alimentação. Criatividade e um pouco de ousadia também ajudam.

Porém, é preciso sempre pensar que somos únicos, temos limitações e precisamos de uma dieta rica e equilibrada, que atenda nossas necessidades específicas. Então, mediante um bom diagnóstico e acompanhamento do Especialista Nutrologo a caminhada será muito mais segura a agradável.

 

Carência de vitamina D no organismo e suas consequências

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Deficiência de Vitamina D pode acarretar abortos e aumentar as chances de autismo em crianças

Estudos comprovam que a vitamina D é muito importante para o nosso organismo. Vale chamar a atenção para as gestantes que precisam tomar cuidado com os níveis de dessa vitamina, visto que a sua deficiência pode vir a acarretar abortos no primeiro trimestre de gestação. E mais, se no final da gravidez houver carência dessa vitamina, aumentam as chances da ocorrência de autismo na criança. A carência de Vitamina D ainda pode favorecer o aparecimento de alguns tipos de câncer, como os de próstata, mama e melanoma.

Vitamina D – o que é?

Na verdade, a vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel, a vitamina foi denominada assim em virtude da época em que foi descoberta, pois já existiam as vitaminas A, B e C. Embora ela possa ser produzida em Laboratório, é bom lembrar que de 80 a 90% da vitamina que nosso organismo recebe tem como origem a luz solar. Portanto, é preciso tomar sol todos os dias. E podemos obter Vitamina D também com bons hábitos alimentares, os pescados são uma fonte interessante. O salmão e a sardinha devem ser incluídos na dieta.

Mas, qual é a importância da Vitamina D para o nosso corpo?

Ela é primordial para a manutenção do tecido ósseo, sendo necessária para o processo de absorção do cálcio pelos ossos.  Importante também na prevenção do diabetes, pois a produção de insulina pelo pâncreas demanda da participação da vitamina D. No caso de doenças autoimunes, a vitamina D é indicada no tratamento.  Ela é um imunoregulador que inibe de forma seletiva a resposta imunológica que pode gerar uma reação contra nosso próprio organismo. Quando estamos com déficit de vitamina D temos maiores chances de contrair doenças ou infecções, pois ela tem um papel relevante na função imune. Com tantos benefícios fica a propensão de consumo de forma exacerbada, o que nunca é bom. Inicialmente é preciso um diagnóstico e também exames laboratoriais para a verificação do seu estado de saúde e da carência ou não da Vitamina D. Nada de se automedicar. E a superdosagem traz malefícios, como sobrecarregar a função renal. Ou seja, simplesmente tomando altas doses de vitamina D podemos agravar a situação dos nossos rins, em função do aumento da absorção do cálcio. Portanto, precisamos estar atentos aos sinais do organismo, procurar manter uma boa alimentação, tomar banho de sol diariamente e seguir as recomendações médicas. Nenhuma Vitamina ou qualquer nutriente pode ser consumida indiscriminadamente.

Cuidados com a alimentação na terceira idade | entenda os benefícios da alimentação saudável nessa fase da vida

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Mudamos com o tempo, todos nós. Quando éramos crianças e mesmo adolescentes, nossos pais e também os educadores tentavam dentro do possível incutir bons hábitos alimentares.

Na fase adulta, fazemos nossas escolhas, dirigimos nossas vidas e ainda cuidamos dos filhos. Precisamos dar bons exemplos para as crianças; via de regra vivemos ocupados com múltiplas tarefas e a alimentação saudável é essencial para podermos manter um ritmo tão intenso de vida.

Então começa a chegar a maturidade. Aposentadoria, os filhos crescem e partem para uma vida própria, a diminuição do ritmo da agenda e também as interações sociais se perdem em grande parte.

Muitas pessoas na terceira idade, mediante menor pressão por resultados econômicos e sociais, literalmente se cuidam menos.

E a alimentação, que deveria ser um dos sustentáculos da boa saúde também nessa fase da vida, é em certa maneira negligenciada. Frases do tipo: já não sinto apetite como antigamente, agora vale tudo, chegou a hora de comer pouco, não é preciso jantar todas as noites e por aí vai, mostram como há muito trabalho a ser feito no sentido de melhorar a qualidade da alimentação na terceira idade.

 

A importância da alimentação correta para a terceira idade

 

É uma questão complexa; muitas pessoas na terceira idade diminuem os cuidados gerais de saúde, deixam de fazer visitas periódicas ao Médico, abandonam as academias e ficam mais resistentes para uma série de procedimentos, como a realização periódica de exames laboratoriais.

Em cada fase da vida temos necessidades específicas, nosso organismo reage de forma diferente aos estímulos externos, existem doenças típicas relacionadas à terceira idade, por isso temos que procurar ajuda especializada. As pessoas precisam de nutrientes que ajudem na manutenção da boa saúde e também para evitar um envelhecimento mais rápido e danoso.

Mediante um diagnóstico e posterior prescrição de uma dieta equilibrada e direcionada para cada caso, certamente as pessoas da terceira idade vão ganhar mais vigor, vontade de prosseguir com uma rotina ativa e, portanto, qualidade de vida.

A mudança de estação | alimentação saudável no outono e inverno

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Chegada de nova estação, mudança de temperatura, da paisagem; o friozinho que vai pedir bebidas quentes, agasalhos e outros cuidados com a nossa saúde. Ficamos mais reclusos, cresce a tendência de receber os amigos em casa e, portanto, de preparar alimentos apropriados para a ocasião.

Essas mudanças fazem parte da nossa vida e realmente adicionam uma renovação, por mais previsíveis e repetitivas que sejam. Gostamos de renovar os guarda-roupas, inventar alguma coisa nova de decoração.

Cuidado com o “Efeito Sanfona”

Quanto à alimentação, também procuramos novas receitas, reciclamos um pouco as conhecidas e gostamos de provar as novidades. O que precisamos lembrar é que o nosso organismo reage às mudanças de estação, porém quando abordamos a alimentação vale a recomendação: emagrecer para curtir o verão e literalmente se largar no inverno é uma opção errada. 

É comum ouvir que os quilinhos ganhos no inverno serão queimados no fim da primavera e começo do verão. Isso também é conhecido por efeito sanfona. Nada recomendável do ponto de vista da nossa saúde. Essas condições de “engordar/emagrecer” periodicamente prejudica demais nosso organismo, por vezes sobrecarregam determinadas funções e podem causar danos permanentes.

Portanto, abusar no consumo de determinados alimentos, como o chocolate, e também de bebidas alcoólicas, com a desculpa de que o “tempo frio pede”, é uma forma equivocada de aproveitar um dos pontos prazerosos do inverno, então vamos refletir sobre nossa rotina de boa alimentação e procurar a melhor adequação para o tempo de frio. 

Aliar criatividade e bom senso é a saída para melhor aproveitar a estação. Mudança só se for para melhor. Em qualquer época do ano e da nossa vida.

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