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19 de Fevereiro de 2013 - 20:20

Por Tribuna

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Delegado José Márcio Carneiro informou que 12 pessoas foram ouvidas sobre vandalismo
Delegado José Márcio Carneiro informou que 12 pessoas foram ouvidas sobre vandalismo

O alastramento das pichações em Juiz de Fora, que vem causando degradação do espaço urbano, mobilizou vereadores, policiais, comerciantes e administradores públicos, além de integrantes da Associação Juiz-forana de Hip Hop, em audiência pública nesta terça-feira (19) na Câmara Municipal. O titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, José Márcio Carneiro, informou que cerca de 12 pessoas foram ouvidas, na semana passada, e vários outros processos contra suspeitos de realização da prática estão em andamento.

Já o vereador Rodrigo Mattos (PSDB) defendeu a criação de diferentes formas de penalidades para quem pratica este ato de vandalismo, além de expor a necessidade de um processo educativo para coibir a prática. Para o tucano, além de os infratores serem obrigados a reparar o dano, como previsto na Lei Municipal 9.379, é necessário oferecer alternativas. "Um caminho é incentivar novas formas artísticas, direcionar os infratores para oficinas." Segundo o vereador, uma reunião será marcada entre o Legislativo, as polícias e o Juizado Especial de Pequenas Causas para discutir a implementação do projeto.

O comandante da 30ª Companhia da Polícia Militar, capitão Marcelo Monteiro de Castro, chamou a atenção para a necessidade de a sociedade denunciar a prática, pelo 190 ou pelo Disque Denúncia Unificado (181). Já para o presidente da Associação de Hip Hop, João Batista Medeiros, "faltam políticas públicas de incentivo à cultura para essa sociedade marginalizada, que hoje é reduzido ao Gente em Primeiro Lugar", programa desenvolvido pela Funalfa, que oferece a crianças e adolescentes o acesso a atividades de arte, cultura a esporte.

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