Teve início nesta segunda-feira (4), e deve ser concluído até a próxima sexta-feira, o segundo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa) de 2013. A ação mobiliza mais de cem agentes de endemias, que devem vistoriar cerca de cinco mil imóveis em 873 quarteirões de 202 bairros. O primeiro Liraa apontou infecção recorde do mosquito Aedes aegypti em Juiz de Fora: 7,56%, o que indica risco imediato de epidemia. Até segunda, a cidade somava 233 notificações e 127 casos confirmados da doença.
Para tentar conter a evolução da doença teve início nesta segunda a estratégia de combate ao Aedes aegypti em locais onde há vegetação mais densa. O trabalho, que deve prosseguir durante toda a semana, é promovido pela Guarda Municipal, em parceria com o Departamento de Zoonoses e a Secretaria de Meio Ambiente. Estão sendo realizadas vistorias em florestas municipais, reservas biológicas, áreas de preservação permanente (APPs), trilhas e estradas vicinais. Os guardas municipais, técnicos ambientais e agentes de endemias vão eliminar detritos que possam servir de criadouro para o mosquito.
As vistorias começaram pelo Morro do Imperador e vão chegar aos bairros Borboleta e São Pedro e às APPs de Santa Clara, Bandeirantes e Cidade do Sol.
Força Saúde
Oitenta toneladas de lixo foram recolhidos nesta segunda na Zona Sul, que recebeu as ações da Força Saúde contra a Dengue no fim de semana. Os moradores foram orientados a descartar tudo que pudesse se tornar criadouro para o Aedes aegypti, como latas vazias, pneus e sofás velhos. Quatro caminhões do Demlurb, Empav e Secretaria de Obras recolheram o material.
Ao longo do dia, o lixo da dengue foi depositado num terreno no Acesso Sul. Terminados os trabalhos, o material seguiu para o aterro sanitário. Os pneus inservíveis foram encaminhados para o Ecoponto, em Nova Benfica, onde ficarão até serem recolhidos por uma empresa de reciclagem.



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