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08 de Julho de 2014 - 15:40

Por Tribuna

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Atualizada às 20h05

Juiz de Fora inicia nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do mutirão de limpeza contra a dengue, cujo objetivo é recolher materiais que possam acumular água e servir como criadouro para o mosquito Aedes aegypti, além de orientar a população sobre os cuidados necessários para evitar a disseminação da doença. Nesta quinta-feira, as ações serão concentradas na Zona Rural da cidade, atendendo as localidades de Paula Lima e Sarandira. No dia 17, o mutirão chega às regiões Nordeste (Parque Guarani, Granjas Bethânia e Bandeirantes) e Sul (Alto Jardim de Alá e Jardim de Alá). 

O cronograma continua no dia 24 na Zona Sudeste (Olavo Costa, Vila Ozanan, Vila Ideal e Alto Vila Ideal). Já as comunidades dos bairros São Bernardo, na região Leste, e Borboleta, na Cidade Alta, serão atendidas no dia 30. Encerrando o novo ciclo do mutirão contra a dengue, os trabalhos chegam à Zona Norte no dia 7 de agosto, nos bairros Vila Esperança, Benfica, Vila Mello Reis e Jardim Natal. A Secretaria de Saúde orienta a população que deposite o lixo a ser recolhido nas calçadas, a partir de 7h nos dias agendados para cada bairro. 

O mutirão é coordenado pela Secretaria de Saúde e visa a reforçar a participação da população no cerco ao mosquito da dengue, mesmo com a queda significativa no número de notificações da doença. Conforme o último balanço divulgado pela pasta, desde janeiro, foram registradas 807 notificações, com 641 casos confirmados. No mesmo período do ano passado, a cidade tinha 5.802 notificações e 5.205 diagnósticos positivos. 

Durante o novo ciclo de trabalhos do mutirão, serão realizadas visitas domiciliares, a partir de denúncias e em pontos estratégicos. A mesma estrutura empenhada na primeira etapa, realizada entre abril e maio deste ano, será utilizada, com mobilização de 200 servidores e 36 veículos da Secretaria de Obras, do Demlurb, da Empav e da Cesama. Na primeira edição do mutirão, foram recolhidas 859 toneladas de lixo. 

A escolha dos bairros contemplados considerou os lugares que apresentaram acúmulo significativo de lixo e os que registraram maior incidência de notificações de focos do Aedes aegypti.

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