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10 de Maio de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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O número de mortes ocorridas na BR-267 no último feriado do Dia do Trabalho levou os moradores de Igrejinha a novamente se assustarem diante da violência na rodovia. Dos cinco óbitos ocorridos na estrada, três foram decorrentes de uma batida entre um carro e dois ônibus, no km 124, próximo ao bairro da Zona Norte. Acidentes fatais registrados anteriormente no trecho já haviam levado a comunidade a fazer protestos, fechando a via, que vem sendo chamada de "Rodovia da morte" desde que ganhou nova pavimentação. A vizinhança reivindica a colocação de radares no trecho, para evitar os abusos de velocidade. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) informou que os radares da 267 devem ser instalados em breve. Sem precisar data, a assessoria do órgão disse que os três equipamentos destinados à área urbana da via já foram adquiridos e aguardam a finalização de processos internos para serem colocados.

"A população vive assustada, ainda mais depois destes novos acidentes. Precisamos atravessar a estrada toda hora para ter acesso ao comércio, à escola e a outros serviços. Do jeito que está não pode continuar", comentou o presidente da Associação de Moradores do Bairro Igrejinha, Luiz Carlos Cachoeira, que aguarda a instalação dos radares prometida em reunião ocorrida em abril, entre o Dnit, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), moradores de Igrejinha e das comunidades de Vila São José e Cachoeira, na Zona Norte.

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