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22 de Janeiro de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Secretaria de Obras avalia problema que se arrasta há quase dois anos na Praça Padre Léo
Secretaria de Obras avalia problema que se arrasta há quase dois anos na Praça Padre Léo

As chuvas do final de semana levaram ao rompimento de mais um ponto da galeria que canaliza parte do Córrego Matirumbide, que passa sob a Praça Padre Léo, entre as ruas Eugênio Fontainha e Professor Francisco Faria, no Bairro Manoel Honório, região Leste. Com isso, houve deslizamento de terra e, o que antes era uma praça, tornou-se uma cratera, cheia de sujeira e mau cheiro. Os moradores reivindicam uma solução para o local. "Crianças brincam nessa praça. É perigoso até soterrar uma delas", preocupa-se uma moradora que não quis se identificar.

Para encontrar uma solução, técnicos da Secretaria de Obras se reuniram nesta terça-feira (21) para discutir a situação. De acordo com o subsecretário de Operações Urbanas, José Valter, é necessária a construção de uma galeria de concreto pré-moldada no local. No entanto, a Prefeitura não tem verba para custear a obra, orçada em R$ 2,5 milhões. "Nessa semana, começaremos um tratamento emergencial para vedar o rompimento. Em abril, depois que as chuvas passarem, esperamos ter conseguido um orçamento extra do Governo federal para realizar o serviço definitivo", informa José Valter. A galeria possui 4,6 metros de diâmetro.

Por enquanto, o buraco continuará na praça para que sejam realizados estudos de tratamento. O local será isolado com tapume para evitar acidentes com pedestres e crianças.

 

Problema recorrente

A obra de 1.972 metros, orçada em R$ 122 mil, começou a ser feita em junho de 2011. A praça, que nunca foi inaugurada, teria pista de skate, playground, mesa de jogos e jardins. Em dezembro do mesmo ano, o trabalho ainda inacabado começou a apresentar problemas, resultando em rompimento da galeria em março de 2012. Na época, a assessoria da Secretaria de Obras informou que técnicos avaliavam alternativas para solucionar a situação. Contudo, quase dois anos se passaram, e nada foi feito. A região continua carente de áreas de lazer e vulnerável às ações de usuários de drogas que utilizam o local como ponto de tráfico.

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