Dezenas de alunos se reuniram na manhã desta quarta-feira(13) em frente à Escola Estadual Delfim Moreira (Grupo Central) em protesto para denunciar a situação do colégio. Acompanhados de professores e alguns pais, os estudantes fizeram uso de faixas, apitos, máscaras e cartazes para reivindicar melhorias. Uma das frases de efeito utilizadas por eles - "Delfim Moreira em luta(o)" - condizia com o mote da manifestação, que teve como cor predominante o preto. Vestidos com a opção escura do uniforme, os manifestantes disseram estar de luto pela falta de estrutura da instituição. Eles denunciam, entre outros problemas, a precariedade do prédio onde funciona a escola, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Braz Bernardino, no Centro de Juiz de Fora.
Há relatos de uma professora e um aluno que se machucaram depois que o assoalho do colégio cedeu. Além disso, pelo menos quatro salas teriam sido interditadas. A comunidade escolar também faz queixas sobre o telhado, que encontra-se deteriorado, o mobiliário quebrado e os banheiros sem condições de uso. Após a forte chuva da última segunda-feira (11), várias salas ficaram alagadas, e hoje algumas turmas ficaram sem aula.
Segundo informações repassadas no início desta semana pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), a Superintendência Regional de Ensino tem ciência do problema e está a procura de um imóvel que comporte a transferência temporária da escola, até que obras sejam realizadas. No entanto, não há prazo para que isso ocorra.



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