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03 de Julho de 2014 - 19:39

Registros de perda e extravio de documentos e objetos pessoais podem ser feitos pela rede

Por Marcos Araújo

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Ferramenta pode ser usada por pessoas maiores de 18 anos
Ferramenta pode ser usada por pessoas maiores de 18 anos

Os cidadãos já podem fazer pela internet os registros de perda e extravio de documentos e de objetos pessoais. Isto é possível desde a última segunda-feira, quando entrou em funcionamento o segundo módulo da Delegacia Virtual da Polícia Civil de Minas Gerais (www.delegaciavirtual.sids.mg.gov.br). A ferramenta, que já servia para casos de acidentes sem vítimas, permite ao usuário registrar o fato sem precisar comparecer à delegacia ou aguardar a chegada da Polícia Militar, para elaboração do boletim de ocorrência. É possível registrar a perda ou extravio de qualquer documento pessoal, como CPF, identidade, título de eleitor e carteira de trabalho, além de cartões de créditos, cheques, celular, relógio, equipamento eletrônico, animal, equipamento de trabalho, aparelho de comunicação, entre outros. A ferramenta pode ser usada por pessoas maiores de 18 anos. Desde a sua criação, em 30 de abril, até o último levantamento, em 25 de junho, o site já registrou 4.390 ocorrências. Destas, 44 registros são referentes a Juiz de Fora.

Até o final do ano, o novo serviço permitirá a colocação on-line de desaparecimento de pessoa e danos simples. Conforme informações da Polícia Civil, o registro de ocorrências na Delegacia Virtual é feito por meio do preenchimento de formulários apresentados gradativamente na tela. Após o envio dos dados ao sistema, a ocorrência passa por uma triagem. Em até 15 minutos, é emitida uma mensagem, informando o número do Registro de Evento de Defesa Social (Reds), bem como a forma de acessá-lo no site do Sistema Integrado de Defesa Social (Sids) para impressão. O documento pode ser usado para o acionamento de seguradoras, no caso dos acidentes sem vítimas, bem como, a partir de agora, para comprovação de extravio de documentos, entre outros fins.

Uma equipe de 16 profissionais, entre policiais e analistas, trabalha em esquema de plantão, na sede da Superintendência de Informações e Inteligência Policial (SIIP), atuando 24 horas na triagem dos registros recebidos e também para tirar dúvidas dos cidadãos pelo telefone, que é divulgado na tela. Para o comandante do Pelotão de Policiamento de Trânsito (PPTran), tenente José Lourenço Pereira Júnior, a importância da ferramenta está justamente na possibilidade de o cidadão utilizá-la da sua própria casa. "No caso de acidentes sem vítimas, o registro pode ser feito com o envolvimento de até cinco veículos. Qualquer um dos envolvidos pode registrar o fato, narrando a sua versão, porém o relato passa pela avaliação de profissionais para ser validado. Com isso, a pessoa que se envolver em um acidente não precisa sair da sua rota para procurar um posto policial", ressalta o comandante, acrescentando que o site é fácil de ser usado, por ser autoexplicativo.

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