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10 de Janeiro de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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 Carreta saiu da pista e bateu em uma parede rochosa na BR-265
Carreta saiu da pista e bateu em uma parede rochosa na BR-265
Cerca de 20 mil litros de água foram usados para conter as chamas
Cerca de 20 mil litros de água foram usados para conter as chamas

Duas pessoas morreram em acidentes nas estradas da região na manhã desta nquinta-feira (9). Uma das mortes ocorreu no km 39,6 da BR-267, perto de Maripá de Minas, a cerca de 60 quilômetros de Juiz de Fora, onde um Palio caiu em uma ribanceira. O outro caso aconteceu na BR-265, em Barbacena, onde uma carreta carregada de etanol tombou e pegou fogo. O motorista de 39 anos ficou preso nas ferragens e morreu carbonizado.

No acidente da BR-267, morreu a condutora de 47 anos. Também seguia no veículo uma criança de 11 anos e uma adolescente de 15, que tiveram ferimentos leves. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Leopoldina, por volta das 7h30, a motorista do Palio, com placa de Juiz de Fora, teria perdido o controle ao fazer uma curva e cruzado a pista. Segundo o Corpo de Bombeiros, o veículo caiu em uma ribanceira de 25 metros de altura e só parou após bater em uma palmeira. A motorista ficou presa às ferragens e acabou morrendo no local. As passageiras foram socorridas e encaminhadas para o HPS. Uma das meninas seria filha da condutora. O corpo da mulher foi encaminhado para o IML de Juiz de Fora.

Já no registro da BR-265, o condutor ainda seria identificado pela Polícia Militar. De acordo com informações preliminares do 1º Pelotão da Polícia Rodoviária da PM de Barbacena, o veículo com placa de Duque de Caxias (RJ) seguia no sentido Barroso/Barbacena quando o motorista teria perdido o controle, tombado na pista e batido em uma parede rochosa, o que provocou o incêndio na carga altamente inflamável. O acidente ocorreu por volta das 7h50, e a BR-265 precisou ser interditada até o final da manhã.

Após o acidente, o Corpo de Bombeiros de Barbacena foi acionado para conter as chamas. Uma equipe do Núcleo de Emergência Ambiental (NEA) da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) e outra da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) foram deslocadas para o local, uma vez que parte da carga de etanol vazou para o Córrego do Caeiro, próximo à rodovia.

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