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01 de Julho de 2014 - 06:00

Por Tribuna

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Sem dois equipamentos, usuários têm dificuldade para circular nos 11 andares do prédio
Sem dois equipamentos, usuários têm dificuldade para circular nos 11 andares do prédio

Dois dos quatro elevadores do PAM-Marechal estão desativados, fazendo com que pacientes tenham que esperar cerca de 15 minutos para terem acesso aos outros dois equipamentos. Problemas com os elevadores são frequentes na unidade, por onde circulam em torno de 20 mil pessoas por mês. A Tribuna denunciou situação semelhante em fevereiro, abril e setembro do ano passado. Segundo uma usuária, que preferiu ter o nome preservado, os elevadores estão parados há cerca de 15 dias. Carregando uma criança no colo, ela ressaltou: "Por aqui passam pessoas doentes, com deficiência, com bengala e cadeirantes."

Segundo a assessoria da Secretaria de Saúde, a empresa contratada para manutenção dos elevadores está viabilizando a compra das peças danificadas. A informação é de que nas próximas semanas o problema deve estar resolvido.

 

Exames

A dificuldade de acesso aos 11 andares do prédio é um entrave extra para os usuários que precisam ir à unidade mais de uma vez, por dificuldades para conseguir resolver suas demandas. É o caso da aposentada Nely da Silva, 64 anos, que ontem tentava marcar um exame de ultrassonografia pela quinta vez. "Sempre recebo como resposta que não estão marcando e que não há previsão de quando voltarão a marcar. A atendente chegou a me falar que, se for urgência, para eu ir para o HPS (Hospital de Pronto Socorro)." Marli Correa da Silva, 49, também buscava conseguir o mesmo tipo de exame. Em sua terceira tentativa, desde o dia 29 de maio, ela finalmente obteve êxito. Conforme a Secretaria de Saúde, existe um limite mensal de testes. Quando não há vagas, o funcionário é orientado a informar ao paciente quando a agenda será reaberta.

 

Desocupação

O prédio do PAM-Marechal também passa por um processo de desocupação parcial, determinado pela juíza da 1ª Vara de Fazenda Pública Municipal, Roberta Araújo de Carvalho Maciel. Pela decisão, a Prefeitura tem até o fim deste mês para transferir os serviços de raios X e a central de marcação de consultas para outros locais.

Ainda em atendimento à ordem judicial, o Laboratório Central foi transferido para a Avenida Francisco Valadares 1.910, na Vila Ideal, região Sudeste, em um prédio anexo à unidade de atenção primária à saúde (Uaps). Já o Programa Municipal de DST/Aids está funcionando no novo prédio da Vigilância em Saúde, na Avenida dos Andradas, Centro.

A PJF informa que a central de marcação de consultas está prestes a ser transferida para instalações na mesma galeria do PAM-Marechal. Já os serviços de raios X estão em processo de transferência para o Edifício Brumado, na Avenida Rio Branco 2.281, Centro.

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