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13 de Março de 2014 - 11:30

Por Tribuna

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Cerca de 200 profissionais participaram de protesto
Cerca de 200 profissionais participaram de protesto

Funcionários da Cesama paralisaram suas atividades e saíram em manifestação pelas ruas de Juiz de Fora na manhã desta quinta-feira (13). Eles reivindicam melhoria salarial, protestam contra terceirização de materiais de trabalho e uma possível privatização. Além disso, os servidores questionam o valor que a companhia pagou, neste ano, à Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento (Arsae), responsável pelo estudo anual que indica o reajuste tarifário no serviço em Juiz de Fora. 

Por volta das 8h, o grupo saiu da Rua Monsenhor Gustavo Freire, no São Mateus, Zona Sul, onde há uma unidade da Cesama. Do local, os funcionários seguiram pela Avenida Itamar Franco, interditando somente uma das faixas do sentido São Mateus/Centro para não impedir o tráfego de veículos. Em seguida, acessaram a Avenida Rio Branco pela pista no sentido Bom Pastor/Manoel Honório, e pararam em frente à Câmara Municipal, com o objetivo de sensibilizar os vereadores para o movimento. O ato continuou até a porta da Sede da Cesama, na Rio Branco esquina com a Avenida Getúlio Vagas e a previsão é de que terminasse somente em frente à Prefeitura, na Avenida Brasil.

"Estamos com máquinas quebradas, sem caminhão. Qual é o interesse da terceirização? Querem privatizar a Cesama. A conta vai ser da população, se isso acontecer", diz o presidente da Sinágua, sindicato responsável pelos servidores da Cesama, Edinaldo Ramos. Ele acrescenta que a classe quer aumento, já que as taxas de água e esgoto sofrerem reajuste. A negociação salarial estaria acontecendo desde fevereiro. Os funcionários voltarão ao serviço na parte da tarde desta quinta, mas uma nova paralisação está marcada para o dia 19 de março. A assessoria de comunicação da Cesama informou que emitirá nota sobre o tema.

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