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11 de Fevereiro de 2014 - 21:11

Por Tribuna

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Maurício Domingues, representante da Guarda Civil de SP, defendeu armamentos e aumento do efetivo
Maurício Domingues, representante da Guarda Civil de SP, defendeu armamentos e aumento do efetivo

Alternativas para garantir melhor aproveitamento da Guarda Municipal, diante do cenário de violência vivido pela cidade, foram discutidas nesta terça-feira (11) em audiência pública na Câmara Municipal. O debate foi proposto pelo vereador José Fiorilo (PDT), e foram analisadas as condições de trabalho da categoria e artefatos que poderiam ser acrescidos aos guardas. Experiências de sucesso ocorridas em cidades que conseguiram diminuir os índices de violência em até 74% foram avaliadas.

Maurício Domingos, representante da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, afirmou que, se os recursos do Estado destinados à PM e à Polícia Civil fossem investidos também na Guarda Municipal, os resultados seriam rápidos. "O Executivo e o Legislativo precisam ter consciência de que o guarda municipal não é mais aquele antigo vigilante de patrimônio público. Hoje, ele está voltado para o policiamento comunitário e a prevenção. A receita é aumentar o efetivo e investir na capacitação para o manuseio de armamentos."

O secretário de Governo, José Sóter de Figueirôa, reforçou que o debate para o uso de armas não letais precisa ser ampliado. Sobre o efetivo, afirma que está sendo estudada a viabilidade de um novo concurso. Atualmente, há 119 guardas em atuação na cidade. Já a secretária de Administração e Recursos Humanos, Andréia Goreske, anunciou que a licitação para a compra de coletes a prova de balas deve sair ainda este mês. "A verba destinada à Guarda é três vezes maior do que a de 2013. Serão R$ 84 mil para a aquisição de novos sprays de pimenta e equipamentos de comunicação, além da locação de novos veículos."

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