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21 de Maio de 2014 - 07:00

Moradores temem atropelamento no Fábrica e em São Pedro

Por Nathália Carvalho e Camila Caetano

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Mulher e estudante tentam atravessar a Rua José Lourenço Kelmer, na Cidade Alta
Mulher e estudante tentam atravessar a Rua José Lourenço Kelmer, na Cidade Alta
Travessia também é difícil mesmo na faixa, na Rua Bernardo Mascarenhas, no Bairro Fábrica
Travessia também é difícil mesmo na faixa, na Rua Bernardo Mascarenhas, no Bairro Fábrica

As denúncias de pontos onde pedestres se sentem acuados na hora de atravessar continuam. A Tribuna vem mostrando vias de Juiz de Fora que expõem os moradores a riscos diários, como é o caso das avenidas Olegário Maciel, Itamar Franco e Sete de Setembro, das ruas São Mateus e Dom Silvério, e do Acesso Norte. Os mesmos transtornos são apontados agora nas ruas Bernardo Mascarenhas, no Bairro Fábrica, na Zona Norte, e José Lourenço Kelmer, no São Pedro, Cidade Alta. Em ambos os locais, mesmo com a existência de faixas de pedestres, quem circula a pé se sente ameaçado.

As ruas citadas apresentam um grande fluxo de transeuntes e carros, o que torna ainda mais perigosa a disputa por espaço no trânsito. A Tribuna esteve nos locais e constatou os problemas. No Fábrica, Joanice Costa reclama do trecho em frente à Igreja Presbiteriana. "No local, existe um ponto de ônibus e uma faixa de pedestre, mas os motoristas abusam da velocidade e não param para a gente atravessar, prejudicando principalmente os idosos", comenta. A assessoria de comunicação da Settra afirma que será realizada uma nova avaliação no local.

Já na Rua José Lourenço Kelmer, onde está localizada a UFJF, o tráfego também é intenso, principalmente de estudantes. Segundo o leitor Miguel Pandolfi, mesmo com o redutor de velocidade, os motoristas não respeitam a preferência. "A comunidade do Bairro Nossa Senhora de Fátima já pediu várias vezes a instalação de um semáforo na via, mas a resposta da Settra é de que o equipamento iria atrapalhar a fluidez do trânsito." Diante do impasse, os moradores preferem cruzar a avenida em pontos onde há quebra-molas. "Mesmo assim, é quase impossível atravessar", comenta outro morador.

Sobre essa demanda o engenheiro Eduardo Facio, da Settra, afirma que, por conta das novas pistas que foram concluídas no Pórtico Norte da UFJF, houve reavaliação no trecho. "Estamos fazendo monitoramento nos horários de pico e percebemos uma melhora significativa no local. Desta forma, as alterações que havíamos previsto não serão mais necessárias. Estamos avaliando apenas um reforço na sinalização em frente ao Pórtico Norte, em relação à rotatória e travessia de pedestres."

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