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19 de Dezembro de 2013 - 10:36

Por Tribuna

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Centenas de bijouterias apreendidas já foram encaminhadas para a 1ª Delegacia Regional
Centenas de bijouterias apreendidas já foram encaminhadas para a 1ª Delegacia Regional

Atualizada às 17h16

A Polícia Civil e a Receita Estadual deflagraram, na manhã desta quinta-feira (19), uma operação com objetivo de identificar e apreender produtos falsificados e contrabandeados em estabelecimentos comercias no Centro de Juiz de Fora. A ação mobilizou 50 policiais e 12 fiscais da receita, que cumpriram mandados de busca e apreensão em três lojas. 

De acordo com a delegada regional, Sheila Oliveira, foram apreendidas centenas de peças de roupas, óculos e bijuterias. A suspeita é que alguns produtos sejam falsificados e outros não teriam nota fiscal. Ela destacou que muitos materiais eram falsificações de boa qualidade, difíceis de serem distinguidas dos originais. "Já informamos aos representantes das marcas, eles virão até a cidade trazendo um exemplar dos produtos originais para que a perícia faça a comparação." Segundo ela, no caso das bijuterias, a suspeita é que contenham alta concentração de cádmio, metal tóxico que, quando acumulado no organismo, pode levar ao câncer. Os objetos já seguiram para a perícia. Além dos produtos exposto, foram recolhidos os estoques das lojas.  

  A ação foi batizada de operação "Kraken", uma referência a um monstro marinho da mitologia nórdica, que, como um polvo gigante, atacava e afundava navios piratas. "Essa ação está inserida na operação 'Mais segurança', do governo Estadual, e tem como objetivo cumprir mandados policiais na área central da cidade, garantindo a segurança da população e a boa procedência dos produtos adquiridos pelos consumidores", ressaltou o delegado chefe do 4º Departamento da Polícia Civil, Rogério de Melo Franco Araújo. 

  Segundo a delegada regional, foram necessários dois caminhões para transportar os materiais apreendidos até a delegacia de Polícia Civil. "Os proprietários foram autuados pela Receita. Operações semelhantes a esta podem ser desencadeadas, caso haja reincidência destes casos ou outros estabelecimentos estejam vendendo produtos falsificados." Ninguém foi preso.

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