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27 de Março de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Ponto é considerado pequeno para tantas linhas
Ponto é considerado pequeno para tantas linhas

Passageiros de ônibus que precisam utilizar o ponto da Avenida dos Andradas, entre as ruas Paula Lima e Barão de Cataguases, reclamam da situação caótica no local. O espaço é pequeno para tantas linhas e não há um abrigo para proteger os usuários de coletivos, que ficam expostos ao sol e à chuva. O ponto que possui apenas 75 metros é utilizado por quatro empresas de transporte público. A linha da UFJF ainda faz o ponto final no lugar, o que reduz ainda mais a área para embarque e desembarque de outros veículos. Apesar das reclamações, a Settra considera o espaço suficiente.

A Tribuna esteve no ponto e observou que uma das pistas da Andradas fica constantemente ocupada pelos ônibus, o que acaba provocando frequentes abalroamentos entre os veículos de passeio que trocam de faixa. Quando algum veículo menor está para converter à direita na Rua Barão de Cataguases, o tumulto aumenta. O motorista da empresa Tusmil, José Nilton, já passou por esta situação, e está com um processo na Justiça devido ao acontecido: "A menina dirigindo um carro entrou na minha frente, então vem aquele dilema, eu estava em linha reta, e ela virando. E aí quem está certo?"

Os motoristas questionam o porquê de ter um espaço maior à frente que é utilizado como ponto de táxi. "Quem está virando à direita cruza na frente dos motoristas do ônibus. Onde é o ponto de táxi, nós já iríamos arrancar e seguir para a avenida", conclui José Nilton. Além disso, na área reservada aos taxistas, há um recuo, o que facilitaria a parada dos ônibus. "Seria a melhor coisa, só haveria benefícios, porque aqui há muitos acidentes, sempre tem problemas", afirma o motorista da Tusmil, Nicanor Debussi. Quem usa o ponto reclama da correria para embarque, principalmente, quando há outro coletivo parado no local, já que, na calçada, também há grande circulação de pedestres.

A Settra justifica que o local do ponto atual é o possível a se ter, pois a quadra da frente é tombada pelo patrimônio histórico, sendo assim, não consegue estruturar um abrigo ou marquise, o que deixaria o usuário completamente desprotegido. No entanto, não há uma estrutura de qualidade na atual extensão do ponto. Desta forma, já que não há uma marquise significativa, a Settra afirma que fará uma análise da situação, sendo necessária a realização de uma pesquisa. Segundo a secretaria, até o momento, não havia recebido reclamações sobre essa circunstância, porém vai verificar o que pode ser feito para amenizar o transtorno, sem prejuízo ao usuário. As pessoas que verificarem algum problema como esse podem fazer a solicitação à Settra, por meio do telefone 3690-8218 ou pelo e-mail settraatende@pjf.mg.gov.br, para que o caso seja analisado.

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