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16 de Março de 2014 - 06:00

Por CAMILA CAETANO

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Proposta é promover bate-papos com alunos do 9° do ensino fundamental, como aconteceu na Escola Municipal José Calil Ahougi, no Marilândia
Proposta é promover bate-papos com alunos do 9° do ensino fundamental, como aconteceu na Escola Municipal José Calil Ahougi, no Marilândia

Difundir informações sobre acesso a cursos técnicos e ao ensino superior e formas de ingresso no mercado de trabalho é o objetivo do projeto "Depois da escola", lançado pela Secretaria de Educação de Juiz de Fora. A metodologia a ser aplicada é a de reuniões informais, no formato de bate-papos, e o público-alvo são estudantes que estão concluindo o 9º ano do ensino fundamental. Nesta etapa, são poucos os que já têm algum direcionamento em relação à vida acadêmica e ao mercado de trabalho.

A série de encontros deve atender 70 colégios da rede municipal de ensino, e a estreia aconteceu na Escola Municipal José Calil Ahougi, no Marilândia, Cidade Alta. As palestras são ministradas pelo técnico do Departamento de Apoio ao Estudante (DAE), Marco Antônio Filgueiras, e entre os assuntos abordados estão os cursos técnicos, como o Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais (If Sudeste) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Também são esclarecidas as dúvidas das diversas formas de ingresso em faculdades e universidades por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), do Programa Universidade para Todos (ProUni), e, no caso de Juiz de Fora, do Programa de Ingresso Seletivo Misto (Pism).

"Entre nossos alunos, há muitos carentes. Às vezes, a gente acha que todo mundo está plugado na internet para saber o que é um Ifet, por exemplo, mas não está. Então, pensamos em criar uma ferramenta que pudesse levar essas informações para eles. Vamos às escolas para mostrar as possibilidades em um bate-papo, de uma forma descontraída", relata o chefe do DAE, Rodolfo Visentin.

Durante os bate-papos, também serão apresentadas as oportunidades de participação em concursos públicos, que representam uma possibilidade real de obter um emprego logo após a conclusão do ensino médio. "Às vezes, a gente consegue essa estratégia. O menino cursa uma ESA (Escola de Sargentos da Armas), por exemplo, e, a partir de então, pode até fazer outras coisas", afirma Rodolfo Visentin.

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