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27 de Maio de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Pedestres caminham em trecho sem calçada e faixa
Pedestres caminham em trecho sem calçada e faixa

Com as obras paralisadas desde outubro de 2012, o trecho asfaltado da BR-440 - que deveria interligar as BRs 040 e 267 pela região da Cidade Alta - tem oferecido riscos às pessoas que utilizam a via para acessar suas casas e o comércio. Seja a pé ou na condução de veículos, a sensação é a de transitar por um local onde conceitos básicos de segurança no trânsito, como sinalizações horizontal e vertical, são praticamente inexistentes. Próximo ao Supermercado Bahamas, no São Pedro, por exemplo, existe um ponto de acesso de pedestres, porém, não há faixas na rodovia, apenas na Avenida Pedro Henrique Krambeck (Via São Pedro), paralela ao projeto de rodovia.

"A gente sente falta da sinalização e de quebra-molas. Temos que tomar cuidado, sobretudo aos fins de semana, quando carros utilizam a via para fazer 'rachas'", explica o auxiliar de laticínios Rafael Pereira, 28 anos. A insegurança também ronda o trecho que ainda não recebeu pavimentação. Recentemente este segmento recebeu um amontoado de terra para coibir o excesso de velocidade. "A terra foi colocada a pedido dos moradores, pois a 440 vira pista de corrida. O problema aqui não é só este, mas a poeira quando o tempo está seco, e a lama quando chove", ressalta o operador de escavadeira, Emerson Alves, 38, morador da área sem asfalto. A aposentada Eliane Moreira, 39, teme que a falta de semáforos e redutores de velocidade ameace a vida de crianças e idosos que utilizam a via. "Minha mãe tem 74 anos, e morro de medo de ela se acidentar enquanto se desloca até o mercado."

O coordenador de projetos da Settra, Eduardo Facio, que responde interinamente pela Subsecretaria Operacional de Transporte e Trânsito, pontua que nem sempre a solução está na instalação de quebra-molas e radares, mas em intervenções simples, como pinturas. "Vamos avaliar a colocação de faixas no trecho da rodovia em utilização." Facio adianta que, até o final de junho, o cruzamento entre a Rua Roberto Stiegert com a Avenida Pedro Henrique Krambeck deve ganhar sinalização horizontal e vertical. "É um ponto complicado e confuso. Com a implantação do projeto, o fluxo de veículos será mais organizado." A Tribuna tentou contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), mas não houve retorno.

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