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05 de Junho de 2014 - 11:21

Rapaz isentou a namorada de participação no crime e foi levado para o Ceresp

Por Tribuna

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Atualizada às 20h09

O jovem de 22 anos suspeito de matar o próprio pai e enterrar o corpo na frente da casa da família, no Poço Rico, região Sudeste, foi encaminhado ao Ceresp na madrugada desta quinta-feira (5), depois de ter o flagrante confirmado por ocultação de cadáver no plantão da 1ª Delegacia Regional. Em depoimento à Polícia Civil, ele negou a participação da companheira no crime, afirmando que agiu sozinho. A mulher, 26, havia sido conduzida pela Polícia Militar em situação de flagrante por suspeita de ter ajudado o namorado a esconder o corpo do pedreiro Weber do Carmo Viana, 54. Ao prestar declarações, ela também negou ter participado de qualquer etapa do crime e foi liberada.

 O caso que chocou, principalmente, pelo parentesco entre os envolvidos, seguiu para investigação na Delegacia de Homicídios. O titular da especializada, Armando Avolio, adiantou que, no decorrer do inquérito, será investigado se a mulher teve algum envolvimento no assassinato e ocultação do cadáver. "O jovem confessou ter matado o pai porque descobriu que ele estava tendo um relacionamento amoroso com sua namorada." 

Após desconfiarem do rapaz e conversarem com a namorada dele sobre a vítima, que estava desaparecida há uma semana, policiais militares, com auxílio dos bombeiros, descobriram, na quarta-feira, o corpo enterrado às margens da linha férrea, na Rua Duque de Caxias, em frente à casa onde o Weber morava com o filho. No depoimento à Polícia Civil, o jovem voltou a descrever a cena do crime, que teria acontecido em 28 de maio. Ele disse que havia aplicado o golpe conhecido como mata-leão até que o pai desmaiasse e, depois, o estrangulado até morte com um pedaço de fio. Em seguida, o cadáver foi envolvido em um plástico e jogado em um buraco já existente na frente da casa, sendo coberto com terra e esterco. 

A namorada do suspeito afirmou ter tomado conhecimento do crime pelo próprio companheiro, com quem estava há quatro meses. Ela negou ter tido um relacionamento amoroso com a vítima e disse acreditar que o suspeito pode ter matado o próprio pai para vender a casa e viajar com ela.

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