Publicidade

21 de Dezembro de 2013 - 20:50

Setor aposta na última hora para a ceia

Por Tribuna

Compartilhar
 
Maior fluxo de pessoas foi registrado pela manhã
Maior fluxo de pessoas foi registrado pela manhã

Quem foi aos supermercados na tarde de ontem conseguiu adquirir os produtos para a ceia de Natal sem precisar perder muito tempo na fila. O maior fluxo de pessoas foi registrado na parte da manhã. Os empresários apostam em crescimento nas vendas, mas a expectativa é de que as compras se intensifiquem a partir desta semana, com o movimento de última hora. As aves encabeçam a lista dos itens mais procurados. Para assegurar a tradição, o bombeiro hidráulico João Batista Gonçalves não perdeu tempo e escolheu um peru de 10kg, pelo qual pagou R$ 128."É um dia especial, que não merece miséria", comenta ele, destacando que reservou cerca de R$ 1.200 para as compras da confraternização. Castanha, nozes, vinho, cerveja e leitoa também estarão no cardápio do juiz-forano.

De acordo com o gerente de marketing do Bahamas, Nélson Júnior, o movimento nas lojas apresentou crescimento desde a última quarta-feira, e a expectativa é de aumento de 27% nas vendas em relação a 2012. "Como temos espaço físico suficiente para estocar, pudemos nos preparar melhor. Há dez anos, tínhamos um grupo de produtos que aumentava demais a venda e, agora, isso não altera tanto. Com a melhoria da renda do brasileiro, o consumo de refrigerante e de carne, por exemplo, já é alto normalmente." Nélson também comenta que, se no dia a dia, o tíquete médio fica na casa dos R$ 27, com a proximidade do Natal, este valor pode chegar a R$ 50.

Na Rede Supermais, o subgerente Marcelo Rodrigues dos Santos faz uma avaliação positiva do movimento, mas espera uma melhora entre a semana do Natal e Ano Novo. "As pessoas estão comprando de 10% a 15% a mais do que antes. Investimos muito em bebida, carne, frutas e frios", atesta Marcelo. Já no Supermercado Sales, o gerente Luiz Carlos Germano conta que a expectativa está concentrada nos últimos dias. "O movimento ainda está normal. Não constatamos aumento. O brasileiro deixa tudo para a última hora mesmo", acredita.

Para a cabeleireira Leiliane Helena de Araújo Lima, pesquisar preços é a palavra de ordem. Por isso, nos últimos dias, perambulou por várias lojas do setor. Ela pretende gastar cerca de R$ 200 com a ceia. "Vou comprando aos poucos. Lá em casa não pode faltar chester e vinho."

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor da proibição de rodeios em JF, conforme prevê projeto em tramitação na Câmara?