Publicidade

17 de Abril de 2014 - 07:00

Por Tribuna

Compartilhar
 

A falta de profissionais na Vigilância Sanitária Municipal preocupa o Ministério Público Estadual. Para o promotor de Saúde Rodrigo Barros, o número de servidores não é suficiente, o que compromete o trabalho de fiscalização. "Isso propicia o funcionamento irregular dos estabelecimentos. Se eles (os estabelecimentos) não cumprem as normas sanitárias, levam riscos à saúde da população."

A vigilância conta hoje com 16 profissionais. "Esse número é absolutamente inadequado. Entre 80% e 90% dos estabelecimentos comerciais da cidade não foram vistoriados em 2013. Na inspeção que fizemos semana passada, havia farmácias de manipulação com alvará vencido há anos", argumenta Rodrigo. O chefe do Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde, Lucas França, afirma que foi formalizada solicitação de servidores à Secretária de Administração e Recursos Humanos (SARH). A ideia é que alguns cargos sejam destinados ao setor no concurso previsto para este ano. A assessoria da SARH informa que será aberta licitação para a contratação de uma empresa que ficará encarregada de elaborar os editais e promover o concurso, ainda sem previsão para acontecer.

De acordo com o promotor, na manhã desta quarta-feira (16), a Procuradoria Geral do Município realizou reunião com a Vigilância Sanitária para tentar solucionar o problema de déficit no quadro de funcionários do setor. Já Lucas não confirmou o encontro.

Na semana passada, das nove farmácias de manipulação vistoriadas, seis foram totalmente interditadas e duas tiveram alguns setores fechados. "Havia muitas irregularidades, principalmente no controle de qualidade," afirma Lucas. Os nomes dos estabelecimentos com problemas não foram divulgados.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você acha que a realização de blitze seria a solução para fazer cumprir a lei que proíbe jogar lixo nas ruas?