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05 de Junho de 2014 - 06:00

Por Tribuna

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Segundo o doutor em ciência do desporto e também professor de futebol da Faculdade de Educação Física e Desportos da UFJF, Marcelo Matta, um dos maiores adversários no caminho para o hexa está dentro da cabeça dos jogadores. "Os atletas não podem se deixar levar pelo clima do torcedor. A torcida tem que estar inflamada, eufórica e fazendo festa mesmo, mas o grupo de jogadores tem que usar somente sua energia e não se deixar levar pelo oba-oba. Fora isso, somente a lesão de atletas importantes ou um acidente tirariam esse título do Brasil. Mas é sempre bom lembrar que Copa do Mundo tem uma peculiaridade: às vezes, alguns minutos mal jogados levam todo um trabalho bem construído por água abaixo, pois é uma competição curta", lembra.

Dentro de campo, Matta e Miranda acreditam no favoritismo verde-amarelo, mas apontam diferentes perigos ameaçando o título do Brasil. "Vejo a Alemanha como maior adversária da Seleção no momento", avalia o primeiro. "Fez uma bela competição em 2010, seus clubes estão bem no cenário europeu, então chegam fortes. Além deles, acredito que as seleções sul-americanas, como Chile, que está em uma boa fase, e a Argentina, com Messi e sempre forte, por conta do clima e de terem até mesmo torcida a seu favor, podem complicar." Miranda aponta as pedreiras no caminho do grupo de Felipão. "Todos os campeões mundiais estão na Copa. A sequência do Brasil após a primeira fase é duríssima. Podemos pegar nas oitavas Espanha, Holanda ou Chile, seleções de respeito. Nas quartas pode vir uma Itália e, na semifinal, a Alemanha. Acredito no favoritismo do Brasil, mas a partir das oitavas de final, há muitos times em condições de fazer frente à nossa equipe."

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