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12 de Abril de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Guillaume cresceu acostumado a ouvir "Meninos e Guillaume, na mesa!", quando a mãe os chamava para almoço ou jantar. Do pai também acabou por se afastar ao escolher a mãe e apenas ela para lhe servir como espelho. Mesmo sendo levado a outros lugares, longe da família, ele se desenvolveu a ponto de não saber quem era. Guillaume era apenas filho de sua mãe, nada mais. Em "Eu, mamãe e as crianças", o personagem vivido pelo ator, diretor e roteirista do filme, conta a sua história de descoberta do ser artista e da compreensão de sua sexualidade. Engraçado e completamente sensível, o filme francês, inédito no Brasil, integra a edição desse ano do Festival Varilux de Cinema Francês e já é considerado um dos pontos altos da mostra, por não se render a uma narrativa hermética nem vazia, mas recheada de inventividade. A produção foi a grande vencedora do Cesar 2014, o Oscar francês, em cinco categorias, incluindo o prêmio de melhor filme.

 

 

EU, MAMÃE E OS MENINOS. Cinearte Palace, às 19h35. Classificação 14 anos

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