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04 de Junho de 2014 - 06:00

Por Tribuna

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"O grande bazar", exibido hoje, fala sobre desafios de dois meninos em um mercado de Moçambique
"O grande bazar", exibido hoje, fala sobre desafios de dois meninos em um mercado de Moçambique

Sediada pela Faculdade de Letras da UFJF, a II Mostra de Cinema Africano exibirá, nesta semana, cinco filmes independentes da cinematografia do continente. O evento traz produções de países africanos de língua portuguesa, e as inscrições devem ser feitas presencialmente na secretaria da Faculdade de Letras, no campus da universidade. Segundo a professora Else Vieira, catedrática da Universidade de Londres e professora visitante no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFJF, os cineastas mais representativos refletem, em seus filmes, questões de grande relevância para países que viveram o impacto de momentos históricos marcantes, como os movimentos de independência, a construção de uma nação, as guerras civis subsequentes e a reconstrução nacional pós-guerras. "A reconstrução não se dá apenas em termos da economia e da infraestrutura, mas também em torno das identidades e das estruturas psíquicas." O primeiro filme a ser exibido, hoje, às 19h, no antigo anfiteatro do Instituto de Ciências Humanas (ICH), será "O grande bazar", do diretor moçambicano Licínio Azevedo, que retrata os desafios de dois garotos em um grande mercado de Moçambique. Na quinta, a mostra exibe, às 17h, "O herói de Angola", de Zezé Gamboa; seguido do também angolano "Na cidade vazia", de Maria João Ganga. Na sexta, às 17h, o público poderá assistir ao musical "Nhá fala", da diretora Flora Gomes, de Guiné-Bissau, e, logo depois, o drama "Terra sonâmbula", de Teresa Prata, que aborda a guerra civil de Moçambique.

 

MOSTRA DE CINEMA AFRICANO. Hoje, às 19h. Quinta e sexta, às 17h, no anfiteatro do ICH (campus da UFJF)

 

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