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20 de Dezembro de 2013 - 07:00

Por Tribuna

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Série "Bicicletas", de Nina Mello
Série "Bicicletas", de Nina Mello

Quando os artistas André Lopes e Renato Abud se decidiram pela abertura da Manufato Galeria Café, a ideia era que o local fosse um espaço multicultural. "Eles queriam dinamizar o mercado das artes em Juiz de Fora, não só com a realização de exposições, mas com montagens de cursos. Lá tem gastronomia, música e obra de arte", explica Eridan Leão, curadora da mostra "Coletiva 307", em cartaz até 29 de janeiro, de terça a sábado, das 16h às 23h. "A pessoa aproveita a ocasião para adquirir um produto de design ou de fotografia para dar de presente de natal. Outra possibilidade é adquirir a obra como um bem que tem valor de mercado. A peça passa a ser patrimônio, você se torna um colecionador", afirma.

Criados em cerâmica, gravuras, colagens e fotografias, os trabalhos recebem a assinatura de artistas locais, como André Lopes, Renato Abud, Eliardo França, Frederico Merij, Kátia Lopes, Norma Marchetto, Wagner Fortes, Antonio Cuzzuol, Fábio Giorgi, Heitor Magaldi, Humberto Nicoline, Jober Brochado, Júlia Milward, Nina Mello, Roosevelt Nina, Paulo Bittar, Tonil Bráz, além do carioca Fabiano Cafure, único representante de fora. "O objetivo é valorizar o artista, de preferência da cidade. A obra de arte é um bem que está sendo cada vez mais valorizado no mundo todo. Juiz de Fora tem excelentes fotógrafos que merecem que seu trabalho seja adquirido por pessoas que gostem de arte em geral", reflete a curadora.

Os 18 profissionais que compõem a exposição, que recebeu a curadoria também de Abud e Lopes, foram selecionados por sua qualidade artística. Representante da cerâmica, Norma Marchetto participa com peças esculpidas em argila. "É mais uma oportunidade de divulgar o nosso trabalho. O lugar é delicioso. É uma casa antiga e muito bem cuidada", avalia a ceramista que deixou nas mãos de Eridan, Abud e Lopes a tarefa de definir o que seria posto à mostra.

Quem contou com uma ajuda extra na hora de resolver o que levar para o público foi o escritor Eliardo França. Sua esposa Mary optou por expor gravuras digitais e originais de aquarela sobre papel. "As aquarelas retratam um livro dele que fala de duas avós. É um trabalho que ficou especial porque o Eliardo usou uma técnica mista. Já as gravuras são reproduções de pinturas da série 'Músicos', feita por ele. São digitais, mas são únicas, porque, depois de impressas, ele faz interferências nelas", conta Mary.

COLETIVA 307

De terça a sábado, das 16 às 23h. Até 29 de janeiro

Manufato Galeria Café

(Rua Morais e Castro 307 - São Mateus)

Galeria de Imagens

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