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30 de Abril de 2014 - 06:00

Antecipação dos desfiles das escolas de samba é discutido na Câmara Municipal

Por MARISA LOURES

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Escolas pararam o Calçadão da Halfeld para homenagear o Dia Internacional da Dança
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Pauta de reunião na Câmara Municipal na tarde de ontem, a antecipação dos desfiles das escolas de samba de Juiz de Fora foi apoiada por vereadores e representantes das agremiações. A julgar pelas colocações, a medida deve se repetir no próximo ano, conforme já divulgado pela Tribuna. Motivo de polêmica na cidade, o local de realização da folia voltou ao debate. Há alguns anos, a passarela do samba é montada na Avenida Brasil, entre as pontes do Manoel Honório e Santa Terezinha, no Bairro Mariano Procópio, provocando retenções no trânsito, sentido Zona Norte-Centro.

As dificuldades enfrentadas pelas agremiações que tiveram suas quadras fechadas pelo Corpo de Bombeiros também foram expostas, além da necessidade de maior articulação com o Departamento de Turismo, entre outros assuntos. A audiência foi proposta pelos vereadores Chico Evangelista (PROS) e Julio Gasparette (PMDB).

Para Chico Evangelista, a mudança na data trouxe reflexos positivos para o município, pois atraiu moradores de regiões vizinhas. Presente no dia dos desfiles, ele questiona a localização das arquibancadas. "Aquele local tem que mudar. Existe uma curva na passarela. No ponto em que eu estava, não dava para ver o desfile desde o início", ressalta ele, apontando para a possibilidade de retornar os tempos áureos da Festa de Momo. "Precisamos de uma passarela do samba. Um local que não seja ameaçado pelo crescimento da cidade", destacou o vereador Antônio Aguiar (PMDB).

O superintendente da Funalfa Toninho Dutra ressaltou que ainda estão sendo realizadas reuniões de avaliação com todos os setores envolvidos no carnaval e que a performance apresentada este ano na avenida surpreendeu. "Cada escola buscou soluções possíveis. A segurança foi brilhante. Quando se trata de trânsito, temos poucas alternativas. Estudamos mais de dez possibilidades para a realização do desfile e não chegamos a uma solução. Para pensarmos em Avenida Rio Branco, temos que lembrar que não estamos mais na década de 1960 e 1970. Ali, é difícil garantir segurança na dispersão".

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