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29 de Janeiro de 2014 - 07:00

Belezas do Caribe

Por WILIMAR MAXIMIANO PEREIRA Advogado e farmacêutico

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Wilimar e Imaculada diante do Farol de Colombo, em Santo Domingo
Wilimar e Imaculada diante do Farol de Colombo, em Santo Domingo

No final do mês de julho passado, eu e minha esposa participamos de uma excursão ao Caribe, mais precisamente a Punta Cana, situada na República Dominicana. Ficamos hospedados no hotel Barceló Bávaro Palace de Luxe, que é um complexo com capacidade para cinco mil pessoas. A infraestrutura do resort é fantástica: dois grandes restaurantes com serviço tipo buffet, cinco tradicionais (francês, italiano, japonês, mexicano e espanhol), inúmeros bares (um funcionando 24 horas), boate, cassino, SPA, academia, lindas piscinas, um grande teatro com shows noturnos diários, muitas quadras desportivas e muito mais. Tudo de frente para uma praia de águas verdíssimas, com 2km de extensão. O sistema usado é "All inclusive", e a diversão é garantida.

A República Dominicana tem cerca de dez milhões de habitantes e ocupa dois terços da Ilha Hispaniola (o restante é ocupado pelo Haiti), situada entre as ilhas de Cuba e de Porto Rico. Sua capital é Santo Domingo, a 205km de Punta Cana e com mais de três milhões de habitantes. Foi a primeira cidade fundada na América, em 1496, por Bartolomeu Colombo, irmão do grande descobridor.

Uma parte da cidade chamada Ciudad Colonial, declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco, é composta de vários prédios e monumentos históricos, com destaque para a Catedral de Santa Maria de La Encarnacíon (ou Santa Maria La Mayor), erguida em 1523 por Diogo Colombo, sobrinho de Cristóvão, considerada a primeira igreja do Novo Mundo. Merecem destaque ainda o Palácio Nacional, o Alcazar de Colombo (palácio residencial da família do grande navegador), o Panteão Nacional, o Museu das Casas Reais e a Calle de las Damas (primeira rua da América). Um trenzinho chamado Chu Chu Colonial percorre toda a parte histórica da cidade, num passeio inesquecível.

O trânsito de veículos na cidade é um verdadeiro caos e tem detalhes curiosos: as motocicletas não têm placa, e os carros só a possuem na parte traseira. Não há sinalização, e cada um se vira como pode. Ninguém usa equipamento de segurança (cinto, capacete etc.). É uma bagunça só. Fora dos limites da cidade, está o Farol de Colombo, que é um gigantesco monumento ao almirante genovês, com altura de um prédio de oito andares, tendo na sua parte central a forma de uma cruz vazada e deitada, com centenas de poderosas lâmpadas. Quando ligadas à noite, seu clarão pode ser visto em Porto Rico, a 150km de distância.

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