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21 de Maio de 2014 - 06:00

Encanto por trás da guerra em Berlim

Por LUCIANA PERALTA, JORNALISTA

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Luciana posa na praça em frente ao Parlament alemão (Reichstag)
Luciana posa na praça em frente ao Parlament alemão (Reichstag)

Berlim é uma cidade surpreendente e encantadora. Arquitetura antiga, contrastando com uma cidade ultra moderna e limpa. Ir a Berlim é conhecer mais a história do nazismo e da guerra e se surpreender como em tão pouco tempo a cidade se reconstruiu, tão bonita e tecnológica.

No primeiro dia, fiz o Sightseeing tour, onde pude conhecer 20 pontos turísticos da cidade e parar em vários, pois a linha de ônibus passa a cada 15 minutos nestes locais. Assim, fui ao Portão de Brandenburgo, ao Madame Tussaud's, à praça do governo onde fica o Palácio de Reichstag, (sede do Parlamento, que pode ser visitado com hora marcada e conta com uma cúpula de vidro, onde se tem uma vista da cidade em 360°), ao museu do Holocausto em homenagem aos judeus, à Topografia do Terror (uma exposição permanente sobre os horrores do nazismo) e ao Check Point Charlie, onde os americanos, após a construção do Muro de Berlim, controlavam quem entrava no lado ocidental. O museu do Check Point é fantástico, mostrando algumas das fugas mais criativas que os alemães do oriente fizeram para ir para o Ocidente.

As praças são verdadeiramente encantadoras e estão por toda parte. A que mais me fascinou foi o Monbijou Park. No fim do dia, é uma parada obrigatória para tomar uma cerveja e comer algo. Aliás, as cervejas alemães são excelentes, principalmente a Berliner. Nas praças, os bares colocam cadeiras iguais às de praia no gramado, é o programa predileto de um dia de sol dos alemães. As margens do Rio Spree também são um ponto de encontro para tomar sol e beber um drink. Come-se muito bem na cidade, até em barraquinhas nas ruas.

Fiquei quatro dias na cidade e conheci muita coisa, inclusive tirei metade de um dia para ir a Oranienburg, uma cidadezinha próxima a Berlim (dá para ir de trem), onde fica o campo de concentração de Sachsenhausen. Este foi o campo de concentração modelo para todos os outros. Quando você entra no campo, se você já viu algum filme como "O menino do pijama listrado", você visualiza como era a vida ali. Desde 1993, ele está aberto à visitação e vale muito a pena ir. Para quem vai à Europa, fica a dica: conheçam Berlim, a cidade europeia que mais me encantou e deixou aquele gostinho de "quero mais".

 

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