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05 de Janeiro de 2014 - 07:00

A simplicidade da comida de boteco

Por JÚLIA PESSÔA

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Tradicional na cultura mineira, a chamada "comida de boteco" é uma vertente gastronômica que vem ganhando cada vez mais espaço, por mesclar simplicidade a combinações irresistíveis de sabores. Além disso, é um tipo de culinária sem cerimônias, que pode ser degustada ao longo de um bate-papo com amigos, sobretudo no verão, período clássico para "happy hours", churrascos e "botecagem".

Para Sinval Cruz, preservar este ambiente de descontração foi uma preocupação essencial ao abrir o Santo Onofre, bar em que iguarias clássicas de botequim como pasteizinhos de angu, torresmo, iscas de peixe e bolinhos de bacalhau, entre tantas outras, estrelam o cardápio. "A cozinha reflete esse ambiente agradável do boteco, com qualidade e riqueza gastronômica, mas sem sofisticação excessiva, que é um valor universal, principalmente em Minas", explica o proprietário da casa.

Segundo ele, um dos diferenciais da cozinha do Santo Onofre é a apresentação dos pratos e porções. "Fiz questão de que as porções fossem apresentadas em um tamanho maior do que se vê normalmente, para que o cliente possa se sentir satisfeito petiscando", diz Sinval.

Carro-chefe da casa, a maçã de peito com batatas é apresentada neste domingo pelo cozinheiro Gilmar Nascimento. "É uma carne muito saborosa e suculenta, e os sabores dela e das batatas se misturam na panela de pressão, fazendo uma combinação muito agradável ao paladar. Outra vantagem é que, diferentemente de carnes na pedra, ela combina mais com as conversas de bar, porque não faz fumaça na mesa e não espirra gordura", opina ele, dando a dica de acompanhamento do prato. "Neste verão, ele combina bem com uma cerveja gelada e pode ser uma opção ao churrasco de fim de semana, para variar o cardápio entre amigos."

 

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