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09 de Março de 2014 - 06:00

Nayara Borges se prepara para lançar um CD demo e retomar agenda de shows em Juiz de Fora

Por MARISA LOURES

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Nayara fez curso de canto clássico e de jazz na Alemanha em 2013
Nayara fez curso de canto clássico e de jazz na Alemanha em 2013

Juiz de Fora foi o palco em que Nayara Borges, 25 anos, passou a acreditar ainda mais no seu potencial musical. Os primeiros passos foram dados quando criança, durante as aulas de instrumentos de sopro. O canto, ela começou a exercitar em 2005. "Minha primeira apresentação foi no Cultural Bar, onde todos os músicos se conhecem e se identificam com o estilo e com o lugar em que sonham se apresentar", conta a cantora, nascida em Lima Duarte. Amorosa e prática, como ela própria se identifica, Nayara tem na natureza seu passatempo predileto. "Adoro banhos de cachoeira e passeios com meus cachorros." Entre os projetos, está a retomada da agenda de shows aqui na cidade com o "Nayara Borges e trio", e investir na banda de baile, Kamikaze.

Atualmente, ela trabalha em cima do lançamento de um CD demo. Gênero? "Música brasileira principalmente, tudo que faço com gosto vira meu estilo", diz a artista, que toca clarinete, flauta, saxofone, se arrisca no violão e, de quebra, se aproximou do clavier. Em 2013, ela voou para Alemanha para fazer cursos de canto clássico e de jazz. Teve uma professora portuguesa e outra alemã. "Foi uma experiência maravilhosa."

De acordo com Nayara, viver exclusivamente da arte é um projeto. "O trabalho com a música não preenche todo meu tempo. Pelo menos não agora, e eu não gosto de ócio", afirma, opinando sobre o atual cenário musical do país. "O caminho que a música brasileira vem tomando e como vem sendo reconhecida, nacional e internacionalmente, me deixam irritada. Fico incomodada de saber que hoje, numa escola, as crianças não ouvem mais 'Aquarela', de Vinicius de Moraes como eu ouvia. O acesso à nossa música, aquela que me preserva e cria positivamente nossa identidade, vem sendo deixado de lado em detrimento de produções mais comerciais que artísticas."

Escritor

Erico Verissimo

Adoro a sua simplicidade e seu sarcasmo ao tratar de temas importantes na História do Brasil e ao criticar a sociedade brasileira, sem perder o lado lúdico

Filme

Frida Kahlo (2003), de Julie Taymor

Sou apaixonada, antes de tudo, pela história dessa artista: mulher, latino-americana e feminista. Sua coragem, seu talento e sua determinação servem de exemplo e inspiração para mim. Também gosto muito da fotografia do filme, muito ligada às cores usadas por Frida em sua obra

Cineasta

Pedro Almodóvar

Gosto da maneira como ele trabalha o humor, sempre aliado a uma crítica social. A forma como investiga o homem, que me espanta sempre

DVD

"Vanessa da Mata Multishow ao vivo"

Tudo nesse show me agrada: o talento da cantora e compositora, o cenário, a cidade escolhida para ser palco (Paraty-RJ), o repertório e os músicos. Tudo se casa harmoniosamente

Blog

cronicasempretensao.blogspot.com.br

Gosto da profundidade com que Cris Ramos tece sua escrita

Vídeo na internet

"Popularlibros.com - Book", disponível em www.youtube.com/watch?v=iwPj0qgvfIs

Mostra o fantástico presente em coisas tão simples, que vêm sendo substituídas ou perdidas por uma sociedade voltada para o consumo cego

Música

"Quase um segundo", de Herbert Vianna

Música, para mim, está ligada ao momento, ao meu estado de espírito. Por isso, agora, cito "Quase um segundo", de Herbert Vianna, na voz de Cazuza. Desejos mais sutis de alma. Pode ser que amanhã seja outra

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