Publicidade

04 de Julho de 2012 - 14:29

Foram fabricados 676 mil cadeados com a mão de obra de 35 colaboradores. Expectativa é de ampliação da produção e da mais contratações até novembro

Por Gracielle Nocelli

Compartilhar
 
Evento foi nesta manhã, na sede da Fiemg
Evento foi nesta manhã, na sede da Fiemg

*Atualizada às 21h

  Há um ano funcionando na cidade com mão-de-obra de 35 colaboradores, a Companhia Brasileira de Usinagem (CBU) fabricou 676 mil cadeados e vendeu 47,7% da produção (323 mil unidades). Detentora da patente da marca Pado, que concentra 60% do mercado nacional, a empresa irá inaugurar sede até novembro e pretende ampliar, até 2014, a produção anual para 17,8 milhões de cadeados, fabricar 1 milhão de cilindros de fechadura, agregar R$ 3,6 milhões à massa salarial do município e gerar 300 empregos diretos e 150 indiretos. Os dados foram apresentados pelo diretor da CBU, André Tsuchiya, em reunião realizada ontem na Fiemg. "Juiz de Fora será fabricante exclusiva da Pado, que atualmente, atende as regiões Sudeste e Sul. Nosso planejamento é de que os negócios sejam expandidos para o Nordeste."
 

 Tsuchiya informou também que as contratações começam no próximo mês. "Daremos preferência para profissionais juiz-foranos e de municípios vizinhos." Para isso, ele explica que a empresa tem trabalhado em conjunto com a Prefeitura e o Sindicato dos Metalúrgicos. "Não exigiremos nenhum tipo de curso específico. Todas as qualificações serão realizadas pela empresa", destaca.
 

Durante apresentação do balanço do primeiro ano de operações da CBU, estiveram presentes autoridades políticas e representantes dos setores industriais e empresariais. O prefeito Custódio Mattos destacou a importância da empresa para o crescimento de Juiz de Fora. "Estamos revertendo as expectativas. Com a chegada de empreendimentos deste porte, marcamos a retomada do dinamismo econômico da cidade, que vivia um longo processo de estagnação, e a recolocamos no mapa de investimentos." O presidente da Fiemg Regional da Zona da Mata, Francisco Campolina, comemorou os bons números e o anúncio das projeções da empresa.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você concorda com o TJ, que definiu que táxi não pode ser repassado como herança?