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30 de Maio de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Leandro Viana reforçou que Minas Láctea deve ser realizado em novembro
Leandro Viana reforçou que Minas Láctea deve ser realizado em novembro

Depois de assumir, na última segunda-feira, a chefia geral do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), o economista Leandro Viana reforçou nesta quinta-feira (29), em visita à Tribuna, a decisão da Epamig de realizar entre os dias 18 e 20 de novembro a edição 2014 do Minas Láctea. A nova data, definida na semana passada, tem provocado insatisfação entre empresários da cidade. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel)/Regional Zona da Mata, João Matos, diz que um grupo de empresas está repensando a participação no evento, tradicionalmente feito em julho e considerado o mais importante do setor na América Latina, em função da indisponibilidade de agenda. Para a Abrasel, a mudança foi feita em cima da hora.

Questionado pela Tribuna, Leandro voltou a apresentar as razões que embasaram a decisão da Epamig. "Estamos em um ano de agenda complicada no país, um ano de custos elevados (em função da Copa do Mundo e das eleições). Fomos, inclusive, procurados por expositores preocupados com os custos." A dificuldade para encontrar parceiros na iniciativa privada para gerir o evento também foi citada por ele. "Sabíamos que teríamos perdas com a mudança, mas estamos em um momento de diálogo, empenhados em fazer um grande evento." A intenção do novo chefe é tornar o Minas Láctea mais abrangente, incluindo informações e debates sobre os rumos do país. A mudança na agenda, segundo ele, acontece exclusivamente este ano - em 2015, a expectativa é que o evento volte a acontecer em julho.

 

Objetivos

Com carreira consolidada na iniciativa privada, Leandro diz que, entre suas metas de gestão, está a ampliação da formação oferecida pelo ILCT. "Somos um centro de excelência laticinista, mas podemos também ser um centro de excelência na formação de pessoas, com uma oferta de conteúdo mais amplo nos cursos oferecidos." Outra vertente de atuação da nova gestão deve ser o crescimento da produção da fábrica de laticínios, hoje voltada exclusivamente para o ensino. "A intenção é que a atividade fabril funcione também como atividade econômica". O chefe geral não quis, porém, estipular prazos para a mudança.

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