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01 de Fevereiro de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Apesar da paralisação deflagrada por funcionários dos Correios em várias partes do país, Juiz de Fora não aderiu ao movimento em protesto contra a Postal Saúde, caixa de assistência patrocinada e mantida pela empresa, que passou a operar o plano da categoria.

Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Juiz de Fora, João Ricardo Guedes, a orientação na cidade é aguardar, pelo menos, a primeira audiência da ação impetrada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) sobre o assunto. A data prevista é 4 de abril. "Não estamos aderindo ao movimento. Achamos que não é o momento."

Guedes defende a construção de uma discussão "sólida e transparente" sobre a mudança e os impactos para os beneficiários. Para o sindicalista, apesar de a empresa ter implementado o modelo de forma unilateral, na sua opinião, é melhor esgotar as negociações, para depois cruzar os braços.

Os Correios, por meio de nota, afirmaram que as agências em todo o país estão funcionando normalmente, com 95,35% do efetivo em atividade. Em Minas, a informação é que 2,64% dos empregados aderiram à paralisação. O posicionamento é que as agências mineiras estão abertas, com todos os serviços disponíveis. Sobre a Postal Saúde, a garantia é que não haverá alteração no atual plano, o CorreiosSaúde. "Nenhuma mensalidade será cobrada, os dependentes regularmente cadastrados serão mantidos, e o plano de saúde não será privatizado. Todas as condições vigentes do CorreiosSaúde serão mantidas, os percentuais de coparticipação não serão alterados, e os trabalhadores não terão custos adicionais."

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