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23 de Janeiro de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Brasília (ABr) - O Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, começou ontem os trabalhos em tom de esperança com relação à recuperação das economias europeia e norte-americana. A tônica de um dos principais painéis de abertura, no entanto, não deixou de lado a cautela. Nos debates, especialistas pediram que os países desenvolvidos não se acomodassem perante os recentes progressos. Para eles, as economias têm de continuar avançando.

O tema do encontro deste ano em Davos é "O remodelamento do mundo: consequências para a sociedade, a política e os negócios". Estima-se que, aproximadamente, 2.500 pessoas de mais de cem países participem. Entre os palestrantes estão o fundador da Microsoft, Bill Gates; o cientista político norte-americano Ian Bremmer; o banqueiro, empresário e ex-ministro do Comércio da Indonésia Gita Wirjawan; o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto; e o economista norte-americano Nouriel Roubini.

A participação de líderes mundiais e chefes de Estado é esperada para ocorrer entre amanhã e sábado, quando termina o encontro. A presidente Dilma Rousseff irá discursar na sexta-feira. É sua primeira participação no Fórum Econômico Mundial. O evento reúne líderes mundiais, empresários, intelectuais e jornalistas para discutir a situação da economia global e temas políticos relacionados à melhoria do ambiente global de negócios.

Os painelistas de ontem mencionaram a problemática de uma geração perdida, devido ao desemprego estrutural na Europa. Os participantes pediram que líderes europeus sejam mais agressivos ao lidar com a crise de desemprego. Para eles, deve-se apostar em mobilidade laboral, aproveitamento das aptidões necessárias no meio empresarial e mais investimentos em educação, tecnologia e inovação.

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