Publicidade

01 de Julho de 2014 - 06:00

Por Tribuna

Compartilhar
 

São Paulo (ABr) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a manutenção, até dezembro, das tarifas reduzidas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis. Segundo o ministro, o objetivo da medida é fazer com que o setor se recupere da queda nas vendas observada nos últimos meses. A permanência da desoneração está vinculada a um compromisso do setor em não cortar empregos.

"A avaliação é que as vendas foram mais fracas em função de uma série de motivos, entre os quais a diminuição do crédito e também, no período mais atual, a questão da Copa (do Mundo), com menos dias úteis no período", ressaltou o ministro, ao explicar as razões da queda na venda de veículos. A estimativa é que a desoneração implique renúncia fiscal de R$ 1,6 bilhão.

Para carros até mil cilindradas, a alíquota permanece em 3%. A previsão era que o IPI para esse tipo de veículo voltasse hoje ao patamar de 7%, anterior à redução. Os automóveis entre mil e duas mil cilindradas, bicombustíveis, continuaram tributados em 9%. Antes da redução, a alíquota da categoria era 11%.

Móveis

Além de manter os impostos reduzidos sobre os veículos, o Ministério da Fazenda não reajustou as alíquotas do IPI para a indústria de móveis e painéis de madeira. Em nota, a pasta informou que manteve a desoneração para o setor até o fim do ano. Para móveis, painéis e revestimentos de móveis, o IPI ficou em 4%, um ponto percentual a menos que a alíquota normal, de 5%. Para luminárias, o imposto foi mantido em 12%, três pontos a menos que a alíquota cheia, de 15%.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor de fechamento de pista em trecho da Avenida Rio Branco para ciclovia nos fins de semana?