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24 de Dezembro de 2013 - 07:00

Por BÁRBARA RIOLINO

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De maneira simples, tradicionalmente enfeitada ou até em formatos nada convencionais para a época, a caixinha de Natal é o recurso encontrado por funcionários, tanto do comércio quanto do setor de serviços, para garantir um extra e engordar o 13° salário. Seja pelo bom atendimento prestado ou sob influência do espírito natalino, muitas pessoas acabam mudando o destino de moedas e notas perdidas em carteiras e bolsas, fazendo volume nos recipientes destes trabalhadores. E somando centavos ou surpreendentes e generosas doações, as caixinhas reservam mais do que o dinheiro. Lá estão contidas histórias de sonhos já realizados e a expectativa de conquistar outros bens materiais e pessoais.

Em meio ao movimento às vésperas do Natal, a Tribuna percorreu a região central em busca de algumas destas histórias.

A maioria prefere direcionar o extra para os presentes de Natal e para a compra de bebidas para celebrar o ano novo, como acontece todos os anos com os funcionários de uma loja de especiarias na Rua Batista de Oliveira. Por lá, o extra tem destino certo: garantir a cerveja para o Réveillon e, se sobrar, para o carnaval. "Só um de nossos cinco funcionários vai gastar com refrigerante, pois não bebe", brinca a gerente Rosângela Santana, 50 anos, que trabalha há 17 anos no local e, há sete, é a responsável por organizar a caixinha.

Para o balconista de uma farmácia, na mesma rua, a caixinha reservou, há dois anos, algo bastante inusitado. "Um dia antes de abrir a caixinha, havia preenchido um cheque para pagar uma conta. Quando a abri, para a minha surpresa, o que estava lá dentro? O cheque. De alguma forma, que não sei qual, ele voltou para mim", conta Wanderlei Bonsanto, 47. Confira outras histórias de quem já tem planos para a caixinha deste ano.

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