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01 de Fevereiro de 2014 - 07:00

Caminhoneiros que seriam de uma empresa que presta serviço para a montadora estão acampados na porta da unidade

Por Tribuna

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Mais de 40 caminhões estão estacionados na porta da unidade
Mais de 40 caminhões estão estacionados na porta da unidade

Há dois dias, a Mercedes-Benz não consegue escoar a produção de veículos a partir da unidade juiz-forana. Desde quinta-feira (30), caminhoneiros que trabalhariam para uma empresa prestadora de serviço da montadora estão em greve. O grupo está acampado próximo a um dos acessos à unidade. Os motoristas não realizam o transporte dos veículos e nem permitem que ele seja prestado por outra transportadora já contratada pela Mercedes. A montadora acionou a Justiça na tentativa de equacionar o problema.

O movimento teve início quinta-feira. Nesta sexta, a Tribuna esteve no local. Lá, mais de 40 caminhões permaneciam estacionados, formando um extenso corredor no pátio da empresa. Os motoristas estavam reunidos em um espaço, onde havia redes, banheiro químico e comida, e não quiserem falar sobre o movimento. A Tribuna também foi à sede da terceirizada, onde foi informada que não havia nenhuma representante para apresentar um posicionamento. Apesar de ter deixado telefone de contato, não houve retorno até o final da noite desta sexta.

A Mercedes-Benz, por meio de sua assessoria, confirma a greve, mas afirma que não tem conhecimento do motivo da paralisação. A informação é que a categoria não alegou a causa do protesto, nem apresentou pauta de reivindicação. "Fizeram a greve sem avisar ninguém." Apesar de a produção local não ter sido impactada, a montadora afirma que não está conseguindo tirar os caminhões da fábrica para entrega aos clientes. Apesar de nem a empresa, nem o movimento divulgarem a causa, informações extraoficiais dão conta de que a motivação seria a possível transferência de operações logísticas realizadas pelos caminhoneiros para Iracemápolis, em São Paulo, onde a montadora prepara-se para produzir automóveis.

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