Durante todo o dia desta terça-feira (5), o trânsito na cidade esteve caótico. Em função da greve, muitos juiz-foranos tiveram que usar o carro, e as ruas ficaram congestionadas logo cedo. Na Rua Vitorino Braga, no bairro homônimo, Região Sudeste, os veículos enfrentaram engarrafamento antes das 7h. As principais vias de acesso à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), como a José Lourenço Kelmer e Presidente Costa e Silva, ambas no Bairro São Pedro, apresentaram retenções por volta de 8h30. Nas avenidas Rio Branco e Presidente Itamar Franco, o trânsito também ficou lento na parte da manhã, e à tarde, situação que permaneceu à noite, quando além dos automóveis, táxis e pedestres lotaram as vias na volta para a casa.
Para tentar minimizar os transtornos, a Prefeitura criou um gabinete de crise para monitorar a greve e adotar medidas com a participação de dirigentes das secretarias de Transporte e Trânsito (Settra), Administração e Recursos Humanos (SARH), Governo e Comunicação Social, além da Polícia Militar (PM). Desde o início da manhã, a faixa seletiva das avenidas Getúlio Vargas e Francisco Bernardino, no Centro, foram liberadas para a passagem de veículos. Já na Avenida Rio Branco, táxis foram autorizados a circular pela faixa exclusiva de ônibus, com o compromisso de respeitarem a legislação e a sinalização.
Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura, todo o efetivo da Settra participou da ação, num total de 80 servidores. Ao longo do dia, agentes de trânsito, além de efetivos da Guarda Municipal e da PM, foram deslocados para os principais corredores de tráfego da cidade, visando a evitar retenções. As intervenções foram intensificadas nos horários de pico. Conforme a Prefeitura, mais de 200 servidores foram envolvidos, e nenhum acidente grave relacionado à greve foi registrado. O secretário de Governo, José Sóter Figueirôa, considerou que o objetivo de minimizar os transtornos foi atingido e avaliou que a população "foi compreensiva e solidária".



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