Publicidade

13 de Abril de 2014 - 07:00

Por Tribuna

Compartilhar
 
Alexander, Carlos e Elias prontos para encarar a bronca
Alexander, Carlos e Elias prontos para encarar a bronca

A competição mais importante da temporada foi adiada, mas a Associação Desportiva Juiz de Fora (ADJF) já recebeu os primeiros reforços para a disputa da Liga Nacional de Handebol Masculino, agora com previsão para ser iniciada em agosto. Esta semana desembarcaram na cidade dois atletas formados no mais tradicional time da modalidade no país, o Metodista, de São Paulo. Já estão incorporados ao elenco da ADJF o ponta-esquerda Elias Fernandes Júnior, 20 anos e seis de carreira no handebol, ex-jogador do Santos, e o ponta-direita Alexander Santos, 19, há oito no esporte, ex-São Caetano e integrante da Seleção Brasileira Júnior.

Ambos querem crescer junto com o time no cenário nacional. "O projeto a longo prazo nos atraiu. Vivemos em um esporte que não temos várias oportunidades como essa de mostrar seu serviço, ter espaço para jogar efetivamente", diz Elias. "Somos juniores ainda e vamos competir no adulto, jogar para valer. Se ficássemos em São Paulo, não jogaríamos", completa Alexander. A ADJF aposta nos garotos não só dentro da quadra, mas para atrair mais atletas. "Estamos buscando jogadores com o perfil dos dois: jovens, com potencial comprovado e que possam abraçar a iniciativa, dar o sangue mesmo", diz o técnico Carlos Dias. "Eles serão testemunhas do que acontece aqui, de como se trabalha. Já estão sendo. Tanto é que, nas conversas com outros atletas pela internet, têm falado bem da ADJF, despertando interesse", completa o presidente da Associação, Guilherme Fácio.

Uma decisão conjunta da Confederação Brasileira de Handebol e o canal de televisão por assinatura Sportv, detentor dos direitos de transmissão e patrocinador do torneio, adiou o início da Liga Nacional de março para agosto, por conta da Copa do Mundo. Assim, negociações que estavam adiantadas com outros atletas tiveram que ser suspensas. "Dissemos à maioria que esperasse, porque o que estava planejado de março a setembro teve que ser remanejado para agosto a dezembro. Até mesmo esses atletas que estão aqui queríamos que viessem um pouco mais tarde. Ainda temos dificuldades estruturais que estamos resolvendo, acertando a agenda de treinamentos e nossa parceria com o Tupynambás, por exemplo. Mas ganhamos um pouco mais de tempo com esse adiamento", avalia Carlos Dias.

Se o time ganhou mais tempo antes do início da competição, a missão de quem está à frente do projeto desde seu início, como Cláudio Dias, é levantar mais recursos. "É bom por esse lado. Estamos entrando na Liga, e as outras equipes já participavam. Estruturar é mais difícil. Apenas imaginamos os gastos que vamos ter. Trazer atletas para cá é bem mais difícil do que para a Metodista, por exemplo. Por enquanto, temos a MRS como parceira, através da Lei de Incentivo e com a qual fechamos com ajuda do Canalli (Francisco, secretário de Esporte e Lazer), para os meses de disputa da Liga e outras propostas bem encaminhadas, além da expectativa de ajuda com um pedido feito à deputada federal Margarida Salomão. Estamos trabalhando", disse o dirigente da ADJF que hoje também é o presidente da Federação Mineira de Handebol.

Publicidade

Publicidade

Mais comentários

Ainda não é assinante?

Compartilhe

Publicidade

Encontre um tema na

Pesquisa

Edição impressa

Enquete

Você é a favor de fechamento de pista em trecho da Avenida Rio Branco para ciclovia nos fins de semana?