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01 de Fevereiro de 2014 - 07:00

Por JULIANA DUARTE

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Adeus, Reizinho!

O cruzmaltino Juninho Pernambucano anunciou esta semana sua aposentadoria do futebol profissional. Uma pena, mas inevitável. Conforme havia prometido no ano passado, quando sofreu sua última grave lesão, ele encerrou, aos 39 anos, uma vitoriosa carreira por julgar não ser mais possível jogar em alto nível.

Bonito ver o respeito pela torcida, por sua própria trajetória e por seu corpo. Admitiu que era o fim e parou.

Mas é triste ver parar um dos últimos ídolos que um clube brasileiro teve. Nos dias atuais é raro ver jogador como o Reizinho. Dificilmente encontramos atletas que vestem tanto uma mesma camisa, identificados com um clube, que conquistam títulos e torcedores.

No Vasco, Juninho foi, sem dúvida, vitorioso. Foi exemplo. Ganhou dois títulos brasileiros, uma Mercosul e uma Libertadores, da qual foi heroi. Salvou o time em seus piores momentos.

Fez história também no Lyon, da França. Pela Seleção Brasileira, venceu a Copa das Confederações de 2005 e foi à Copa do Mundo de 2006.

Exímio cobrador de faltas, cabeça pensante entre tantas de bagre, habilidoso e líder.

Para mim, pendurar as chuteiras em alto estilo no caso do Reizinho seria disputar a segundona e salvar, mais uma vez, o Vasco. Mas a impossibilidade física não apagará sua história. Que ela sirva de exemplo e inspiração em tempos de muita fama e pouca dedicação.

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