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05 de Abril de 2014 - 06:00

Por JULIANA DUARTE

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Vai fazer falta

Era esperada, comentada e foi adiada, mas nem por isso menos sentida, a aposentadoria de Rogério Ceni, anunciada para dezembro, quando se encerra a temporada e seu contrato com o São Paulo Futebol Clube. Sua história e importância no Tricolor paulista são inquestionáveis. Ceni dedicou sua vida e carreira ao clube, amargou banco por anos até que Zetti pendurasse as luvas, esperou seu momento e soube fazer valer a espera.

Líder em campo, campeão paulista, brasileiro, das Américas, Sul-Americano, da Recopa e Mundial. Não conseguiu, na Seleção, o mesmo sucesso que no clube de coração, uma pena.

Às vezes contestado tecnicamente - o que não concordo -, o M1to tricolor sempre foi exemplo de dedicação e garra, mas, a meu ver, são duas características pessoais que mais farão falta não só ao São Paulo e nossa torcida, mas ao futebol brasileiro. As declarações polêmicas e articuladas, típicas de Ceni, são raras em tempos de "fizemos o melhor", "respeitamos o adversário" e "a decisão é do professor". Elas dão graça e fazem toda a diferença no futebol, assim como os ídolos, igualmente escassos no país, principalmente com tamanha identificação com um clube. Você vai fazer falta, M1to!

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