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28 de Dezembro de 2013 - 17:59

Por Juliana DuarteEditora

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Depois de 38 rodadas em campo e duas no tribunal, chegou ao fim o Campeonato Brasileiro mais polêmico desde a Copa João Havelange, em 2000. Para mim é, sim, o fim. Duvido muito que, apesar das ameaças, Vasco ou Portuguesa ingressem na Justiça Comum e corram o risco de serem suspensos do futebol, como prevê a Fifa. Espero mesmo que essa peleja acabe antes de 2013 dar adeus.

Tô fora do grupo revoltado com a falta de moral ou de coerência do STJD. Mas também não me incluo entre os que aplaudem a decisão. Sim, estou em cima do muro e espero que este não vire. Desconheço em detalhes o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e suas pegadinhas, portanto, me recuso a bater o martelo por qualquer dos lados.

Na verdade o que acho, de verdade, é que ninguém pode, no fundo, reclamar. A Portuguesa errou, sim, ao não enviar o atleta ou um dirigente ao julgamento. Errou por ser tão amadora. Errou por escalar o Héverton. Portanto, merece ser punida. Se não tivesse feito tão pouco, a perda dos 4 pontos não a derrubaria.

Me surpreendo com quem achava, ainda ontem, que o novo julgamento teria resultado diferente do primeiro. Sem novos fatos, sem novas argumentações ou teses, ficou fácil para os auditores manterem o que já haviam decidido na primeira sessão.

O ruim é só pensar que, terminado o trabalho do STJD, sem bola rolando ou novas polêmicas, tenhamos que entrar 2014, mais uma vez, em meio às especulações do vai e vem da bola. Não vejo a hora de ouvir o som de um apito novamente.

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