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22 de Fevereiro de 2014 - 06:00

Por Tribuna

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Realista, Chiquita vê chances remotas e ir aos playoffsLEONARDO COSTA
Realista, Chiquita vê chances remotas e ir aos playoffsLEONARDO COSTA

Procurando se agarrar à pequena esperança de classificação, mas embalado pelos últimos resultados, o time da UFJF entra em campo hoje novamente pela Superliga Masculina de Vôlei 2013/2014. O compromisso é no Rio Grande do Sul, contra o Kappesberg/Canoas, no Ginásio La Salle, às 18h, pela penúltima rodada da competição nacional. Depois de amargar a lanterna da disputa por um longo período, o pensamento dos juiz-foranos é vencer para manter a possibilidade de avançar aos playoffs viva até a última série de jogos.

A busca pelo objetivo traçado no início da competição só se tornou possível por conta da incrível reação conseguida pelos juiz-foranos nas últimas rodadas. Com uma mudança no sistema tático na qual o técnico Carlos Augusto "Chiquita" Oliveira colocou o ponteiro Deivison para ajudar na linha de passe e trocou o central Jardel para a posição do oposto, a UFJF encaixou seu jogo e venceu quatro dos últimos cinco jogos, batendo adversários colocados entre os oito melhores da competição, como o Vivo/Minas e o São Bernardo, fora de casa. Para continuar nesse embalo e levar a decisão da última vaga nos playoffs para a rodada final, a Federal precisa novamente de um triunfo longe de seus domínios hoje.

"As chances são pequenas, mas nada muda o nosso planejamento com relação a essas duas partidas (o confronto de hoje e o da última rodada, contra o Brasil Kirin, em Juiz de Fora). São dois jogos que temos plenas condições de pontuar, e esperamos que a equipe corresponda nesse finalzinho de campeonato. A gente sabe das dificuldades, sabe que tem uma margem muito pequena com relação à classificação, mas, enquanto houver esperança, e os resultados dos últimos jogos têm contribuído para isso, nós vamos fazer o nosso papel, que é vencer as partidas", deseja Chiquita.

Vencer e secar

Para se classificar, a UFJF, hoje com 19 pontos e na nona posição da Superliga, não depende só de si e, já que a única possibilidade de entrada nos playoffs é roubar a vaga que hoje é do Moda/Maringá, além de vencer seus jogos a Federal tem que secar os paranaenses, atualmente com 24 pontos, na oitava colocação, e que não podem marcar mais nenhum ponto na competição, pois a equipe de Juiz de Fora não tem como alcançá-los no primeiro critério de desempate, o número de vitórias. A tática de torcer contra já deu certo na última terça-feira, quando o Funvic/Taubaté surpreendeu com um 3 a 0 o concorrente direto dos juiz-foranos em seus domínios.

Desta maneira, o Maringá só volta a atuar na última rodada da competição, quando pega o Volta Redonda, no Paraná. Para completar o serviço e levar a decisão da vaga para o dia 26 de fevereiro, a Federal tem que vencer hoje por 3 sets a 0 ou 3 a 1, já que para ultrapassar os paranaenses tem que chegar ao máximo de pontos possível em seus dois últimos jogos, totalizando 25 pontos na primeira fase da Superliga.

Além de se preocupar com a possibilidade de classificação, os locais também estão de olho em quem está atrás e buscam se livrar de vez do risco de rebaixamento direto para a Superliga B, que acontecerá com o último colocado desta primeira fase da elite do vôlei nacional. Para escapar de vez, a UFJF tem duas possibilidades: vencer por 3 a 0 ou 3 a 1, contando com derrota sem pontuação do Funvic/Taubaté para o Brasil Kirin, fora de casa, ou revés por qualquer placar do Volta Redonda, em casa, diante do São Bernardo; ou bater o Canoas por 3 a 2 em combinação de derrota do Voltaço por 3 a 0 ou 3 a 1.

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