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06 de Dezembro de 2013 - 07:00

Por RENATO SALLES

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Eu quero é pedreira

É incrível como em um momento em que população está de volta às ruas não vemos reportagens lembrando a trajetória do saudoso João Saldanha. Jornalista de estilo marcante, foi enxotado do cargo de técnico da Seleção pelos militares às vésperas do Mundial de 1970 por sua militância comunista. Um golpe dentro do golpe. Enquanto isso, com uma cotidianidade irritante, a mídia esportiva reserva espaço para personalidades que nada têm a ver com o futebol. Como o tal Tristão Garcia, que voltou a dar as caras na imprensa nacional.

Ontem, o matemático sentenciou que a Seleção tem 62,5% de chances de pegar uma pedreira já na primeira fase, o que será definido hoje. E daí? Ao contrário da maioria, não temo que Itália, França, Inglaterra, Holanda ou Portugal possam estar no grupo do Brasil. Aliás, torço por isso. Estamos falando de uma Copa, e tudo que se quer é assistir a grandes partidas. Se tiver que ser campeão, tem que passar por cima de quem vier. Quem teme a sorte das bolinhas já entra derrotado, afinal, sorteio é sorteio, jogo é jogo. Não é, Saldanha?

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