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18 de Fevereiro de 2014 - 06:00

Por WALLACE MATTOS

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Caros e caras, estive em Poços de Caldas no último sábado para acompanhar Caldense x Tupi no Ronaldão. Até aqui no Mineiro não havia visto o Carijó ser dominado de maneira tão contundente - o único dos quatro jogos que não vi completo, do estádio, foi a derrota para a URT em Patos de Minas. Deu para contar nos dedos de uma das mãos as chances criadas pelos juiz-foranos no sábado, e ainda sobraram dedos. O time foi amplamente dominado durante praticamente todo o jogo e não conseguiu mudar sua maneira de atuar para superar o esquema do oponente que, após conseguir marcar logo no início do jogo, atuou como manda o figurino, fechado e saindo em contra-ataques.

Achei que havia algo estranho, e a derrota por 3 a 0 não me desceu. Sabe como é jornalista, né? Então, fui consultar minhas fontes para tentar entender a razão não só do resultado ruim - diga-se de passagem, nenhuma tragédia, já que aconteceu fora de casa -, mas da apatia. Assim, conversando daqui e de lá, acabei esbarrando nas razões que determinaram o desligamento do agora ex-técnico do Tupi, Wilson Gottardo. E a história é bem parecida com a de outras saídas Brasil afora: desgaste com o grupo de jogadores por pequenas atitudes que viram grandes quando a relação tem que ser de total interdependência entre as partes, além de divergências de métodos com a diretoria. 

Não estou dizendo aqui que os atletas fizeram corpo mole em Poços de Caldas, até porque seria menosprezar a partida quase perfeita da Caldense. Mas sem dar aquele algo a mais de quando o jogador compra fielmente as palavras de seu comandante, qualquer time fica vulnerável. Já a maneira de trabalho do clube tem dado certo nos últimos seis anos, quando foram alcançadas as maiores glórias da história centenária do Carijó, incluindo um Campeonato Brasileiro da Série D em 2011. Aí, dizer o quê?

 

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