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04 de Fevereiro de 2014 - 07:00

Por Tribuna

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Após uma amarga série de oito derrotas, que colocou a UFJF na última colocação da Superliga, a Federal vive uma fase de recuperação na competição. As vitórias contra o Vivo/Minas, em Belo Horizonte, na última terça-feira, e contra o Funvic/Taubate, na Arena UFJF, no último sábado, ambas por 3 a 2, ajudaram na recuperação da confiança do grupo, mas ainda não foram suficientes para tirar a equipe da lanterna da competição. "Nós ainda trabalhamos com o objetivo de ficar no G8. Temos 15 pontos a serem disputados e precisamos de, pelo menos, 13 para alcançar a oitava posição", ponderou o técnico da equipe, Carlos Augusto "Chiquita". Tivemos muitas chance no primeiro turno e desperdiçamos. Agora, temos que correr atrás. Sabemos que é difícil, mas acreditamos no grupo, e eles estão cada vez mais confiantes na sua capacidade."

A UFJF enfrenta no próximo sábado, às 19h30, o Moda/Maringá, no Paraná. A equipe paranaense é a sétima colocada, com 22 pontos. Logo na sequência, na terça-feira, os locais vão a São Bernardo do Campo, onde enfrentam o time da casa (oitavo colocado, com 20 pontos). Hoje, a Federal tem 12 pontos e está 1 ponto atrás do Voltaço e da Funvic/Taubaté (os paulistas têm um jogo a menos e enfrentam o Moda Maringá no próximo dia 18, em partida válida pela quinta rodada do returno).

Para o diretor técnico da equipe, Maurício Bara, o pensamento deve ser jogo a jogo. "As vitórias foram importantes, mas o foco é continuar com o pé no chão. Temos que encarar cada partida como uma final. Ganhamos do Minas, o que nunca tinha acontecido, assim como a vitória em um tie break em casa. Foi ótimo, mas temos que continuar com a mesma pegada e foco para seguir pontuando", afirmou.

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