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06 de Fevereiro de 2013 - 07:00

Por Tribuna

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Uma ação judicial agitou os bastidores políticos do Tupynambás. Um grupo de conselheiros do Leão do Poço Rico impetrou uma ação de prestação de contas, exigindo que a atual administração executiva da associação apresente as contas do ano de 2012.

Segundo o advogado responsável pela ação, Athos Trindade, explicou ontem em entrevista ao programa "Super Bate-Bola", da Rádio Solar, a intenção é saber, entre outros recursos, como foi empregado o dinheiro arrecadado por conta da venda do lateral-direito Danilo. Como clube formador do atleta, o Baeta teve direito a receber uma porcentagem do valor de sua venda do Santos para o Porto, de Portugal.

"O que meus clientes querem é que seja feita a prestação de contas de 2012. Nos recursos previstos para serem recebidos pelo clube, estavam cerca de R$ 130 mil referentes à venda do Danilo. A atual administração executiva do Tupynambás não disse e não se sabe o que foi feito com esse dinheiro", contou Trindade.

Por sua vez, também em participação ontem no Super Bate-Bola, o atual presidente do Baeta, Gil Carlos Ferreira Júnior, disse que as prestações de contas no clube estão em dia. "Nossas contas do primeiro semestre foram aprovadas no dia 11 de outubro de 2012. E as do segundo semestre tenho até o fim de fevereiro para apresentar, mas já estão prontas. Qualquer sócio do clube pode consultá-las na secretaria", disse.

R$ 115 mil

Sobre o dinheiro da venda de Danilo, Ferreira difere do valor apresentado na ação de prestação de contas e disse ter utilizado o montante para o pagar atrasados. "Recebemos R$ 115 mil da venda do Danilo. Usamos esse recurso para pagamento de atrasados. Parte está na prestação de contas do primeiro semestre, e parte está na do segundo", explicou Gil.

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