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31 de Dezembro de 2013 - 07:00

Por JOSÉ ANÍSIO PITICO DA SILVA -ASSISTENTE SOCIAL

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É lugar comum colocar nossas reflexões sobre como foi o ano que se encerra em poucos dias, neste período de "fechado para balanço", e também as projeções e expectativas para o ano que se inicia. Nada mais óbvio do que esta observação inicial. São avaliações e confissões de um lado, e, do outro, esperanças e renovações de propósitos, metas e desejos. E o que é melhor. Sonhos. Delírios. Promessas. Utopias.

Do meu lado, quero sonhos para o ano que vem. Sonho com uma cidade afável, dinâmica e que cada vez mais crie espaços públicos que favoreçam encontros das pessoas. Quero uma Juiz de Fora mais ativa! Não só na gestão de suas políticas públicas mas também ativa no controle das ações municipais pela sociedade, movimentos sociais, conselhos e fóruns afins. Com praças pulsando de gente. O Parque Halfeld seguro, bem-iluminado e atraente. A conclusão das obras do Teatro Pascoal Carlos Magno, do Ginásio Poliesportivo Jornalista Antonio Marcos, do Hospital Regional e do Aeroporto da Zona da Mata. Acredito nas utopias para uma cidade viva e de todas as pessoas. E na boa intenção de nossos governantes e representantes políticos (principalmente os daqui).

Para o ano de 2014, estou confiante, esperançoso. Com a voz firme, gostaria de pedir à cidade que não deixe repetir algumas cenas conhecidas de muitas pessoas. No campo da cidadania, que os conselhos municipais consigam sair do lugar. Que todos os conselheiros acreditem que é possível mudar. Que uma outra cidade é possível (se outro mundo é, por que não a cidade?). No futebol, que o nosso símbolo maior e patrimônio público, o aguerrido e querido Tupi, derrote o "nem-nem" na cidade: nem apoio real financeiro da comunidade nem presença constante de seu torcedor.

Justiça seja feita e reconhecimento seja dado aos mil e poucos carijós que, faça chuva ou faça sol, estão no Mário Helênio empurrando o time. Aqui bato palmas para o senhor Augusto Costa e, através dele, se me permitem, cumprimento todos os outros torcedores. Penso que é desta força e deste entusiasmo que existem nas arquibancadas dos jogos do Tupi que a cidade precisa. Num só grito, ensaiado ou não, precisamos amar mais a nossa cidade. Torcer para valer para o Tupi. Torcer para valer por Juiz de Fora. Aqui é, sim, o melhor lugar do mundo para se viver. Antes que seja tarde, antes que a doença de Alzheimer, própria do mercado financeiro, acabe com a nossa memória, com a nossa história e com a nossa identidade. Um feliz ano novo para todos e todas!

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