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05 de Julho de 2014 - 06:00

Por EQUIPE IGREJA EM MARCHA GRUPO DE LEIGOS CATÓLICOS

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil lançou a edição dos estudos realizados durante 52ª Assembleia Geral da Conferência, realizada em Aparecida (SP), de 30 de abril a 9 de maio, "Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade". O documento pretende ser um apoio e um incentivo aos leigos, no laicato, na compreensão de sua atuação como sujeitos eclesiais nas diversas realidades em que se encontram inseridos. Ainda no título, encontra-se a passagem do Evangelho de São Mateus, que convida os discípulos de Jesus a serem "sal da terra e luz do mundo" (cf. Mt 5, 13-14).

Para ajudar no entendimento, a CNBB disponibilizou em seu site (www.cnbb.org.br) uma sugestão de estudo do texto e uma ficha de emendas para envio das contribuições. A comissão designada para a redação do texto vai aguardar o envio do fruto de todo esse mutirão de estudo, bem como as sugestões e emendas para o próprio texto, que será votado na 53ª Assembleia da CNBB de 2015, até o dia 15 de outubro de 2014, por meio do e-mail: leigos@cnbb.org.br.

O texto, baseado no método ver-julgar-agir, divide-se em três capítulos: "O mundo atual: esperanças e angústias", "O sujeito eclesial: cidadãos, discípulos e missionários" e "A ação transformadora na Igreja e no mundo". O primeiro apresenta um ver da realidade em que vivemos. Estamos inseridos, do ponto de vista econômico, social, político, cultural e religioso, numa sociedade globalizada, marcada pelo individualismo e consumismo, com suas consequências individuais, sociais e religiosas. E indaga: qual o lugar de atuação do cristão?

O capítulo dois quer saber se o cristão leigo, sujeito na Igreja e no mundo, é o cristão maduro na fé. Como superar os antagonismos entre fé e vida, Igreja-mundo, identidade eclesial e ecumenismo? Sendo a Igreja povo de Deus, como se deve construir a comunhão entre os diversos sujeitos eclesiais? Como é ser sujeito na vocação laical? Já o capítulo três reflete como ocorre a ação transformadora do sujeito eclesial em sua realidade, na Igreja e como Igreja na sociedade. O que significa dizer que o leigo tem autonomia para agir na Igreja, e, como Igreja, atuar no mundo?

O estudo do documento está sendo proposto ao Conselho Nacional do Laicato - CNLB; aos CNLBs regionais e conselhos diocesanos de leigos; às coordenações nacionais dos movimentos, associações, novas comunidades e organismos; às associações nascidas dos carismas das congregações religiosas; à Ampliada Nacional das CEBs; às pastorais; às equipes de catequese, de liturgia e outras equipes presentes nas comunidades.

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