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12 de Janeiro de 2014 - 07:00

Por CARLOS EDUARDO S. RODRIGUES Delegado de polícia

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Segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos. Assim, a Constituição Federal de 1988 inicia o capítulo III, que trata da segurança pública. A palavra Estado é apresentada em sentido amplo, ou seja, quer dizer municípios, Distrito Federal, estados e União. O Supremo Tribunal Federal já decidiu que o direito à segurança é prerrogativa constitucional indisponível, garantido mediante a implementação de políticas públicas.

Nesse contexto, iniciamos o ano de 2014 num cenário um tanto quanto desfavorável em Juiz de Fora: houve aumento de aproximadamente 50% nos índices de crimes violentos de 2012 para 2013, segundo a página da Secretaria de Defesa Social na internet. Entre os crimes violentos estão os homicídios, os roubos, os estupros e as extorsões mediante sequestro. Em Juiz de Fora, durante o ano de 2013, surgiram diversas iniciativas visando ao combate da comprovada escalada da criminalidade violenta.

Dessas iniciativas surgiram ações concretas, que, certamente, irão contribuir para a redução dos crimes violentos na cidade. Dentre as ações mais importantes vale destacar a criação do Laboratório de Estudos da Violência na cidade, no qual profissionais capacitados de diversas áreas de atuação pesquisam, estudam e discutem o problema da criminalidade em Juiz de Fora. A manutenção do laboratório, que está acompanhado por um observatório da violência, é importantíssima para conhecermos cientificamente as causas da criminalidade na cidade e traçarmos estratégias eficientes para o combate à violência.

O citado laboratório, o Plano Municipal de Enfrentamento da Violência lançado pela Prefeitura e a capacitação acadêmica dos profissionais do segmento da segurança no curso de especialização em segurança pública e cidadania da UFJF, somados às ações policiais e outras iniciativas, comprovam que o Poder Público está agindo para conter a crescente criminalidade na cidade.

Cabe, então, a cada cidadão juiz-forano fazer a sua parte, seja auxiliando o Poder Público, seja fiscalizando e cobrando uma gestão eficiente e competente dos órgãos públicos, com a finalidade de vivermos numa cidade mais segura.

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