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16 de Abril de 2014 - 06:00

Por CELSO PEREIRA LARA Funcionário público aposentado

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A Presidência da República será ocupada por aquele que, com suas promessas, conseguir convencer os eleitores. Óbvio, mas nem tanto! Eleições à vista, e isso é ótimo para um país onde a democracia ainda existe! Lembrando que o sistema democrático é o que trouxe os maiores avanços na civilização humana. Não foi o comunismo, o fascismo nem outro regime ditatorial, pois estes acumulam fracassos e, atualmente, com posturas flexibilizadas, se rendem ao mundo capitalista. As eleições se aproximam, e, da mesma forma que nas anteriores, os candidatos se apresentam como uma tábua de salvação para os graves problemas do Brasil. Os problemas brasileiros aumentaram por falta de investimentos internos nos pontos de maior relevância, e, para solucioná-los, exige-se cada vez mais qualificação dos candidatos políticos.

O povo exige honestidade, empenho, competência, ética. Exige também o cumprimento das promessas apresentadas durante as campanhas eleitorais, respeito com os recursos públicos e com as instituições nas esferas de poder. O povo, indignado, precisa de um presidente que tenha vontade política de fazer o país crescer, trazendo de volta a confiança entre os investidores estrangeiros, sendo reconhecido mundialmente como um país sério, sem maquiagens em suas estatísticas e contas públicas. Mais do que nunca, a população sofrida necessita de um presidente de verdade, que reconheça e atenda aos seus mínimos apelos. O novo presidente encontrará a casa desarrumada e com um quadro de funcionários em cargo de confiança muito além do desejável - produto do Estado aparelhado -, e o trabalho para recolocá-la no caminho certo exigirá muita firmeza, em retribuição à confiança depositada pelo povo nas eleições.

Que tenha disposição para reduzir à metade a escandalosa quantidade de ministérios, contribuindo assim para a redução dos gastos públicos e para a redução da desmoralização política. A exigência maior é que o novo presidente apresente projetos consistentes nas áreas de educação, segurança, saúde, transporte e habitação. Que não sejam projetinhos eleitoreiros nem paliativos, que só servem para causar indignação ao povo. Que reconheça as injustiças praticadas contra os aposentados de uma forma geral - e contra os que passaram a contribuir para a Previdência Social após a aposentadoria - e que tenha a coragem de reverter essa situação.

O Brasil precisa de um presidente qualificado, urgentemente, enquanto ainda há esperanças de salvar o país do profundo poço de lama, no qual se encontra mergulhado de ponta-cabeça. Que seja um chefe de Estado que abrace as causas justas dos brasileiros, mas que não seja subordinado aos ditames de líderes de países comunistas ou socialistas nem seja tão generoso a ponto de doar bilhões de dólares para salvar esses países de suas falências. Nem apoie os atos desses líderes. Os brasileiros anseiam pelo crescimento econômico e pela geração de renda e emprego, que foram o combustível das promessas das três últimas campanhas, todavia, sem efeito prático nenhum. Enfim, que saiba conduzir esta República pelos legítimos caminhos da democracia, sem demagogias, servindo exclusivamente aos interesses da nação.

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